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Concertação

Entidades patronais classificam primeira reunião como positiva

27 | 07 | 2011   21.19H

Os representantes patronais classificaram de positiva a reunião de hoje em sede de concertação social onde foi analisada a situação económica e social do País e o acordo para a competitividade e emprego assinado a 22 de Março.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Para o presidente da Confederação de Comércio e Serviços, João Vieira Lopes, o Governo mostrou hoje “bastante abertura” para discutir com os parceiros o essencial das alterações à legislação laboral e todo o conjunto de medidas do acordo tripartido assinado em Março com o então Executivo socialista.

“Hoje não foi decidido nada mas foi calendarizado um conjunto de contactos”, disse, adiantando que o Governo assumiu o compromisso de entregar documentos e proceder a diálogos individuais com os parceiros e em Setembro voltar a reunir em sede de concertação social.

Segundo João Vieira Lopes, o Governo comprometeu-se a enviar durante a primeira quinzena de Agosto uma análise sobre o fundo de financiamento com debate agendado para Setembro.

Em documento hoje divulgado, a Confederação de Comércio e Serviços defende como prioridades o reforço das exportações e da internacionalização, a redução do desemprego, com apreciação do actual quadro dos contratos a prazo, para responder às necessidades de adaptação à mudança originadas pela crise, e o reforço das linhas de crédito destinadas à criação do próprio emprego.

A CCP defende ainda, entre outras matérias, que seja acelerada a execução de vários programas com verbas comunitárias, o reforço da qualificação e a capacidade técnica das empresas e o início dos trabalhos na concertação social sobre o sistema de justiça e a competitividade da economia.

António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), disse no final da reunião que o primeiro-ministro fez uma intervenção sobre a situação económica e social do País e abordou a intenção de validar o acordo celebrado a 22 de Março.

“Os parceiros sociais manifestaram vontade de encontrar uma forma de melhorar o acordo celebrado em Março passado”, frisou.

A reunião realizou-se na véspera do debate parlamentar na generalidade da proposta governamental para reduzir as indemnizações por cessação do contrato de trabalho, limitando-as ao máximo de 12 salários.

No encontro estiveram presentes o primeiro-ministro e os ministros de Estado e das Finanças, da Economia e do Emprego e da Solidariedade e Segurança Social e a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

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2 comentários

  • Por detrás da capa da suposta crise económica, financeira, vejam meus caros concidadãos o que o governo se propõe a partir de 2012, passar de uma ideminização de 30 dias para 10 por cada ano de trabalho. a partir de 2012. Temos que trabalhar 3 anos para conseguir obter o mesmo valor indeminizatório que agora se consegue num ano. Que rico neoliberalismo (antigamente chamavam-nos fascistas. Eram perfeitos amadores comparando com o que agora se passa). Está mais do que na hora do povo português mostrar de que massa é feito. Notícia de hoje fala das 25 maiores fortunas em portugal, por acaso esses "senhores" também vão ficar sem o seu subsídio de natal ?
    Vivemos num país sem justiça, cheio de corrupção onde vale tudo e mal do zé. Sim lembram-se do "zé" que o nosso "amigo" Durão Barroso enquanto candidato a 1º. ministro de portugal tanto falava ? O povo acreditou nele e o que é que aconteceu ? fugiu para bruxelas. O país afunda-se e a europa também. Está na altura de experimentar outro modelo sócio-económico porque este está esgotado e estamos a regredir.
    HELDER AUGUSTO DE SOUSA SOUTINHO | 28.07.2011 | 10.29Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Estes gananciosos já estão a esfregar as mãos de satisfação.
    Paga proletário!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Alberto Sousa | 28.07.2011 | 08.12Hdenunciar comentário
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