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Saúde

Debate dia 6 de Setembro

06 | 09 | 2011   11.37H

Considera que um imposto sobre "fast food" vai fazer com que as pessoas tenham uma alimentação mais saudável?

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40 comentários

  • 24.11.2011 | 00.48Hcomentário reprovado
  • Proponho que institua-se o imposto sobre cheiro para quando arreia-se o calhau para gerar mais receitas, também pode estabelecer-se portagem sobre a subida de escadas com uma tarifa dependente de número de andares, poderemos também cobrar o tempo que olha-se para uma montra ou cheira-se o fumo dos restaurantes, podem constatar que existem de facto muitas formas criativas de roubar e escravizar a carneirada !
    SEBASTALHÂO | 23.11.2011 | 22.38Hdenunciar comentário
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  • Acho que está na hora de alguém no destak acordar. Um debate do dia 6 de Setembro? Está bem que estamos num país um pouco atrasado mas um atraso destes? Mudem o cardápio s.f.f., já estou enjoado de tanta batata frita e de tantos hamburgueres.
    pedro lindo | 23.11.2011 | 00.08Hdenunciar comentário
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  • Primeiro que tudo acho esse imposto um absurdo, somos livres de consumir o que queremos e se temos ou não uma alimentação saudável acho que isso é da consciência de cada um e são opções que cada um de nós opta! Acho que mesmo com esse imposto aplicado as pessoas não vão optar por uma alimentação saudável, acho que se é esse o intuito não vão conseguir por aí!
    Cláudio | 18.11.2011 | 12.34Hdenunciar comentário
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  • Este Governo ultrapassa Sócrates pela direita. São os comedores de impostos mais chacais que Portugal já viu.
    Milhazes | 16.11.2011 | 01.42Hver comentário denunciado
  • não insultem a nossa inteligência só para sacar impostos, com ou sem imposto esses alimentos são os mais nendáveis, pois cheiram bem e são baratos, o problema não é punir se fazem assim tão mal a obrigação das entidades competentes era simplesmente proibi-los. Mas já agora ponham também impostos a quem não tem nada para comer e passa mesmo fome
    ana santos | 15.11.2011 | 12.39Hdenunciar comentário
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  • Henry Thoreau disse, em tese, que :" Quando um país é assaltado e conquistado por um exército de bandidos, aéticos, corruptos e canalhas faz-se necessária uma revolta, uma rebelião ou uma revolução dos homens de bem e honestos da nação esbulhada". Já estamos vivenciando isto. Recebido por e-mail
    anónimo | 07.11.2011 | 10.19Hver comentário denunciado
  • O GRANDE PROBLEMA DA SOCIEDADE ACTUAL é que a maioria das pessoas, no momento de comerem querem satisfazer o prazer da língua (ou papilas gustativas), da vista e do olfacto mas não pensam nos estragos que estão a provocar no corpo com os intensificadores de sabor, corantes e conservantes químicos bem como hormonas e outras drogas que ingerem. Não é fácil fugirmos à contaminação do nosso principal alimento que é o AR mas no que respeita à alimentação podemos fazer refeições simples de um só tipo de fruta madura da época, de um só tipo de cereal ou proteína. Refeições simples, nutritivas e baratas é o que eu normalmente faço diariamente: PEQUENO ALMOÇO: 6 colheres de sopa de flocos de um CEREAL INTEGRAL (um cereal diferente em cada dia da semana) cozido em água e adoçado com açúcar amarelo ou mel: DOM.Espelta ou de Trigo, SEG.Arroz, TER.Cevada, QUA. Quinoa, QUI.Centeio, Sex. Aveia, SAB.Amaranto ou trigo sarraceno. Eu cozo as 6 colheres de sopa de flocos dos cereais colocando-os à noite dentro de uma garrafa térmica em inox com 3 copos de água a ferver, fecho e deito a garrafa de manhã está cozido e é só juntar o açúcar amarelo ou o mel. NOTAR QUE CADA UM DESTES PEQUENOS ALMOÇOS com cereais integrais biológicos FICA EM MENOS DE 50Centimos. ALMOÇO: uma proteína (feijão azuki, lentilha, ervilha seca, fava seca, bacalhau, sardinha, salmão, soja ou derivados de soja, carne de vaca, peru ou borrego), com 2 ou 3 legumes (brócolos, couve galega, couve portuguesa ou tronchuda, nabo, cogumelos, abóbora, gourgete, espinafres, feijão verde, ervilhas e favas frescas, acelga, agrião, cenoura, aipo, alface, beterraba, salsa, coentros, cebola, alho), temperado com azeite. LANCHE: um único tipo de fruta (Cereja, figos, ameixa, pêssegos, melancia, melão, uvas, maças, pêras, castanhas, nozes, avelãs ou amêndoas) ou a sobremesa que não foi comida ao almoço. JANTAR: 3 colheres de sopa de sementes de linhaça e meia dúzia de figos secos (ou ameixas, alperces, tâmaras ou uvas passas), trituradas com água no liquidificador ou com a varinha mágica ou, uma sopa só com legumes. DURANTE AS REFEIÇÕES SÓ BEBO eventualmente um copo pequeno (200ml) de vinho tinto ou um chá digestivo quente no fim da refeição. Mastigo cada garfada muito bem pelo menos 30 vezes (e, para não misturar pensamentos com a comida vou entretendo-me a contar para manter a mente ocupada). Notem os donos dos olhos que lêem estas linhas que isto que descrevo NÃO É UMA DIETA. É FORMA COMO ME ALIMENTO À VÁRIOS ANOS PARA TER BOA SAÚDE. Actualmente tenho 61anos. Para mais informações podem procurar no blogue kisages que brevemente vou fazer. Outra alternativa é pedirem ao gestor destes comentários que me façam chegar o vosso pedido pois eles têm o meu email). MAML
    MAML | 03.11.2011 | 22.22Hdenunciar comentário
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  • Antigamente havia as doenças dos RICOS e as doenças dos POBRES. As doenças dos RICOS eram provenientes do facto de poderem pagar alimentos E MISTURAS QUE LHES CAUSAVAM DOENÇA. Os pobres limitavam-se a trabalhar com uma côdea de pão amassado em casa e cozido no forno da aldeia, um punhado de azeitonas curtidas em casa e um copo de vinho. À noite era a sopa de feijão, grão ou batatas com hortaliça mas, por incrível que possa parecer a muito boa gente, ficavam muito melhor alimentados do que engolirem actualmente uma grande refeição fast-food ou de comida pré-confeccionada cheia de aditivos. Não entendo como deputados que deviam defender quem os elegeu permitem IVA BAIXO nos produtos que provocam doença, caso dos refrigerantes e fast-food e, IVA ALTO em alimentos geradores de saúde como é o caso dos SUPLEMENTOS ALIMENTARES. A indústria alimentar usa drogas, MUITAS DELAS AUTORIZADAS, para darem cor e sabor a alimentos RASCAS vendidos a preços baixos, que provocam DOENÇAS QUE ERAM EXCLUSIVAS DOS RICOS mas, os pobres não têm dinheiro para se tratarem nem para variarem de alimentos porque não têm horta nem forno onde coser pão com BOA FARINHA DE CENTEIO ou BOA FARINHA DE TRIGO. ML
    ML | 03.11.2011 | 20.44Hdenunciar comentário
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  • Apsar de eu consumir pouco este tipo de comida porque estou informada'',mas quêm consome constantemente este tipo de comida,vêm a ter problemas de saúde como a ''obsidade'',que é considerada um problema de sáude, o colestróle no sangue,que de facto não só pode por em risco a vida do doente,como implica muitos gastos,com medicamentos!enfim ''val mais prevenir que remediar''deixo uma sugestão,que tal fazer-se um pós e contras sobre este tipo de comidas na RTP1?
    Maria Sousa | 03.11.2011 | 19.51Hdenunciar comentário
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  • Acho uma perfeita asneira lançar um imposto deste género. Além do mais é uma perfeita hipocrisia, ainda para mais nestes tempos difíceis que nos esperam. A comida é um dos poucos prazeres genuínos que nos restam à face da Terra e nos dá ânimo para nos levantar-mos da cama todos os dias! Acho que cada um é livre de comer (ou não comer!) aquilo que lhe der mais prazer! Um vegetariano ou vegan tem todo o direito de recusar comer carne, desde que não se ponha a chatear a cabeça de quem não se priva dessa verdadeira iguaria! As dietas provocam depressão e são uma forma de vida que desgasta o espírito e faz as fortunas de muitos laboratórios ansiosos por lucrar cada vez mais! O chamado "Culto do Corpo" torna as pessoas infelizes e complexadas, para além de ser um terreno fértil para se desenvolverem os conhecidos distúrbios alimentares, que constituem uma realidade de pesadelo que tem vindo a desacreditar a clássica "moda da magreza", que muitos, há muito tempo, chegaram a julgar um dogma "inatacável" e que não trazia riscos para a saúde. Pois é!!! Os tempos vão mudando e as pessoas vão abrindo os olhos... Para o bem e para o mal, NADA DURA PARA SEMPRE!!!
    Albano Morais da Costa | 26.10.2011 | 16.30Hdenunciar comentário
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  • o imposto da batata frita vai poder-se comparar ao famigerado imposto de outras eras sobre os detentores de isqueiros!!!! PATETICO!!!!!!!!!!!!!!!
    Pinto, Luis | 25.10.2011 | 13.01Hdenunciar comentário
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  • Qualquer dia já nem "CAG.AR" podemos, que lá vem o "imposto por cagalhõe.s"! Bem, pensando melhor, já pago para "c.agar", pois a taxa que pago pelo saneamento e resíduos sólidos com certeza englobará essa vertente! Só falta mesmo tributar o ar que respiramos! Assim haja oportunidade e forma de o fazer! *Ps (não partido da sucata): lembrei-me agora que também ainda não pagamos pelas bufa.s que damos! Se assim fosse, hoje iria à falência, uma vez que estou farto de me bufa.r para todos os políticos que deixaram o país chegar à situação de hoje.!
    Desarranjado intestinal | 20.10.2011 | 18.32Hver comentário denunciado
  • Isto é tudo uma "palhaçada" pegada! Então criam imposto sobre os "fast.food" e retiram dinheiros à Saúde? Imposto no "fast-food" e deixam os subsídios de ex-políticos fora dos "cortes"? Andam a "brincar" com o fogo! Qualquer dia "queimam-se!"
    AJS | 19.10.2011 | 10.48Hdenunciar comentário
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  • De facto os obesos fazem uma seleção errada dos alimentos, depois pagamos todos os custos da nigligencia.O que é necessário é formação na matéria.Quem comete erros devia pagá-los, mas infelizmente não é assim. Todos podemos comer fast-food, mas com regra em dia de festa.A taxa era uma ajuda.
    M--L | 18.10.2011 | 23.25Hdenunciar comentário
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  • Com o devido respeito acho ridiculo se esse imposto a incidir sobre o Fast-food vier a ser cobrado. Já agora porque não inventar um imposto para o peão poder andar a pé na via pública? E outro para quem ingere álcool em excesso? E para quem se droga? E para quem trafica estupefacientes? Ainda um outro para as prostitutas exercerem a sua actividade? Tomem juízo o País está a passar uma fase tão dificil em diversos âmbitos para estas manobras de diversão. Não digo que a obesidade não é um assunto que não deva ser levado a sério. lSe há muitas pessoas obesas em Portugal porque não inserir desde o Ensino-Básico uma cadeira na escola sobre uma boa alimentação isenta de gordura e/ou de outras substancias igualmente nocivas. As pessoas têm é de ser educadas para isso e para o civismo que hoje em dia quae está em desuso para uma parte da população.
    Jorge Soares | 13.10.2011 | 22.25Hdenunciar comentário
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  • é mais um imposto disfarçado, as pessoas não são tão ignorantes que precisem de cabecinhas pensadoras para saberem o que lhes faz mal. Mas taxar os ricos nem pensar, pois eles iriam poor o seu dinheiro em paraisos fiscais "esses sim são permitidos" agora castigar ainda mais quem tem de se recorrer às coisas mais baratas para matar a fome, ai os governos estão-se nas tintas
    ana santos | 09.10.2011 | 12.33Hdenunciar comentário
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  • Será que o aumento do preço do pão vai fazer as pessoas deixarem de o comer?...
    Carlos Genuíno | 09.10.2011 | 04.58Hdenunciar comentário
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  • Um imposto sobre o fast-food incidiria sobre as calorias e a gordura saturada ou seja, também seria aplicável ao cozido à portuguesa. Seria muito mais lógico criar novos hábitos de vida em toda a gente ...
    alfa | 07.10.2011 | 12.03Hdenunciar comentário
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  • ensinar pela mensagem, não funciona.... só aprendem se lhes entrar no bolso
    coitax | 06.10.2011 | 21.24Hdenunciar comentário
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  • Que tenham uma alimentação mais saudável talvez não mas vem restabelecer uma certa justiça social, passo a explicar, porque é que eu, e muitos milhares como tal, que temos cuidado com a alimentação temos que pagar com os nossos impostos os tratamento de obesidade, bandas gástricas e afins só porque os irresponsáveis não se sabem controlar? Com esta taxa ao irem comer essas porcarias já estariam a contribuir para os seus mais que prováveis problemas futuros. E não era só nos fast-food mas sobre todos os alimentos com excesso de gorduras, açúcar, sal e tudo que faça mal (em excesso claro). Farto-me de ver os gordos nos supermercados a comprar só porcarias e depois queixarem-se que o estado ainda devia comparticipar mais os medicamentos e tratamentos para a obesidade. Cambada de irresponsáveis e idiotas.
    pedro lindo | 05.10.2011 | 19.54Hdenunciar comentário
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  • Concordo totalmente com o comentário da D. Helena. O que nos falta é tempo e paciência para comer bem e ensinar as crianças a apreciarem, por exemplo: uma boa sopa à portuguesa!
    Maria Pereira | 05.10.2011 | 11.51Hdenunciar comentário
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  • Tudo misturado, é difícil podermos tirar ou chegar perto de alguma conclusão. É preciso um pouco de método para evitar baralhar tudo. Assim, temos aqui vários aspectos que cada um por si, já davam muito que falar e são graves. Temos a indústria americana que não olha à saúde pública nem à propria ecologia planetária, produz carne de animais em diversos países sacrificando a água, a floresta e poluindo a atmosfera com CO2, tudo aqui apontado em resumo. Surgiu uma cultura doi churrasco e da carne moída e temperada com môlhos especiais, igualmente industrializados que despertam um apetite incontrolável que obriga ao consumo desmedido. O resultado são a criação de condições para o desenvolvimento de doenças nos consumidores que aderem a essa cultura forjada por indústrias. Neste caso, a moderação e ocasionalidade são eliminadas. Temos os governos igualmente gulosos mas por impostos e desenvolvimento industrial, que não interferem nesses processos, sejam pela ecologia ou pela saúde pública. Temos uma publicidade e marketing geniais para atrair os pais e as crianças, como o açucar atrai as moscas incautas. Se incomoda assim tanto os primeiros sintomas de doença pela obesidade das crianças e dos adultos, porque não travar a criação de carne aos milhares de toneladas e a probição de venda de produtos alimentares prejudiciais? Ou a saúde pública dos que têm posses económicas é menos importante que a dos que têm menos recursos? Deixaram instalar o vício, ajudaram a desenvolver a industria para lhe cobrarem impostos e, subitamente, acordam com sede de mais impostos e quem os pagará são os que já alimentavam toda a máquina produtora do MAL? Naturalmente, quem está viciado nas comidas feitas por industrias que têm como finalidade obter lucros mesmo à custa da saúde pública e com a cumplicidade dos governos, deve procurar, se gosta de ter mais saúde ou esperanças de a manter por mais tempo, mudar de hábitos e deixar-se de alimentar vícios adquiridos através do paladar. Deve fazer como se faz para abandonar outros vícios, como o do tabaco, bebida e drogas. Aquele comentador,que já sofre só de pensar no acto de evitar o filho consumir carne picada com môho sofisticado para atrair consumidores, deverá confrontar-se é com a questão da sua contribuição para o aumento da criação desmedida de gado e da degradação do estado de sa+ude do seu pequenote filho. O que é perigodo deve ser eliminado ou substituído, mas não por aumento de impostos que deixam os mais abastados continuarem a dedstruirem a floresta e os campos e a própria sa+ude. Se não têm poder para isso, deixem de se armar em "bonzinhos".
    jm | 04.10.2011 | 17.57Hdenunciar comentário
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  • Simplesmente, horrível e, até, criminoiso. Remeto para crime a indiferença e a omissão que médicos e todos os reponsáveis do país, fazem a uma grande calamidade e atentados contra a saúde de homens e mulheres enquanto,para satisfazer finanças, surge a ideia de fazer receita com o não seguimento de normas de higiane alimentar aconselhadas como preventivas. Refiro-me a calamidade garada por acidentes de trabalho, em que diariamente, em risco imediato, morre uma pessoa. Isto sem englobar as doenças profissionais que também matam, as despesas com os sinistrdos e os prejuízos para as empresas. Os acidentes de trabalho em Portugal, têm un índice de frequência de 7,5, enquanto a média europeia é de 3,5. Mas esta imprudutividade, como resulta pela falta de condições no trabalho sob a responsabilidade patronal, nem se fala...
    jm | 04.10.2011 | 16.34Hdenunciar comentário
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  • E que tal um imposto pelo AR QUE RESPIRAMOS? E que tal, outro imposto sobre as SALSICHAS? E que tal, outro imposto sobre OS OVOS ESTRELADOS?? E outro imposto sobre o PÃO? NÃO SERIA PORREIRO? Há com cada ideia idiota... própria para idiotas. Cada um sabe de si e cada um come o que quiser, ainda estamos num pais democrata e livre.
    maria | 04.10.2011 | 11.02Hdenunciar comentário
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  • fast food ou fast drink (excessos de gordura ou de açucar) deviam pagar Taxa Moderadora. Poderia ser que assim os pais e os filhos só comessem ou bebessem deste tipo de alimentos de vez enquando.
    jorge silva | 03.10.2011 | 14.25Hdenunciar comentário
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  • Deixemo-nos de pensamentos estúpidos e fora de moda...então, temos de pagar ainda mais para comer???? e toda a gente andava a recriminar Salazar!!!! ora, os bacocos das decisões que é trabalhar para as minas e perceber o que é sacrifício...
    Jose Sobral ribeiro | 27.09.2011 | 12.19Hdenunciar comentário
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  • Será mais uma fonte de receita para o estado, e talvez ajude a melhorar hábitos alimentares. Mas não deviam ser apenas os clientes a ser penalizados, já que a empresa, pelo que se conhece, tem resultados muito acima da média, pelo que deveria haver forma de controlar os custos a fim de não ser sempre o "Zé" a pagar.
    Manuel | 25.09.2011 | 20.48Hdenunciar comentário
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  • Estive a ler os comentários até agora e decidi comentar alguns comentários. -Já existem impostos sobre iates, coisas de luxo etc etc... -Se fosse o macdonald's a pagar o imposto, simplesmente eles aumentariam o preço dos seus produtos. -E concordo com o imposto de 23% sobre os refrigerantes. Querem beber barato... há a agua, os refrigerantes, para alem de saborosos :) , sao tambem maus para a saude. O imposto, nao irá diminuir o consumo de produtos do Mcdonald's. é um facto, a clientela (que eu me insiro às vezes) que paga 5€ para comer carne no pao com molho e beber uma cola, pagará 6€ para o mesmo. Os preços no Mcdonald's já são um abuso, mas não é por isso que deixam de ter clientela. Em geral concordo com este imposto. Apesar de ter um efeito minimo no consumo, arrecadará mais receitas para resolver a divida ( que é nossa! ), e alertar-nos-à para termos uma vida mais saudável.
    João | 24.09.2011 | 19.26Hdenunciar comentário
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  • O imposto sobre a fast food até pode ser visto como um imposto útil, mas para isso teria de se aplicar impostos a outros alimentos nocivos á saúde.Mas não basta dar de barato só a imposição dessa taxa fast food;há que imprimir hábitos alimentares saudáveis,optar por publicitar alimentos que contribuam para uma mente sã em corpo são e fortalecer a dieta mediterrânea,que é a melhor opção para, conjugada com a prática de atividade fisica,fortalecer o corpo contra as maleitas de que á alvo.
    Rui Oliveira | 23.09.2011 | 21.31Hdenunciar comentário
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  • Sou nutricionista e vivo há 10 anos emigrada no Reino Unido onde o fast food criou uma população descomonalmente obesa. Para ser franca, tão descomonalmente doente, que os jovens já não passam os testes de entrada para a tropa, os utentes já não cabem nas macas das ambulâncias nem nos caixões... e, onde apesar da cultura amante do desporto, grande parte da população já não se mexe de tão pesada, diabetisada e hipertensa! A fast food é nociva para a saúde por muitas e variadas razões, há inumeros estudos que o comprovam e portanto não me vou demorar por aí. Mas também é nociva essa ideia que vinga nefastamente em Portugal, em que tudo se resolve carregando nos impostos do consumidor/contribuinte! O imposto é para ser pago pela multinacional que está a dar cabo da saúde publica? Ha, então já estou de acordo, a 10%!! De resto só com educação se vai lá. Em Portugal ainda temos bem viva a cultura gastronómica, a educação do palato para o prazer de uma comida caseira equilibrada e livre de artifícios, felizmente! Por aqui isso já não existe! Urge manter essa característica cultural nossa que é tão louvável e tão rara no mundo ocidental de hoje, e a base da nossa saúde, do prazer sublime que temos em nos juntarmos para conviver à volta de uma boa mesa e duns petiscos. Só falta uma coisa, que é o que falta hoje em tudo: o fator "tempo". Sem ele não há quem cozinhe e não há quem se junte á volta da mesa... também deixa de haver quem ensine e quem aprenda, e quem se sente com paciência enquanto a criança come e aprende a gostar de comer bem! Pois é, esta corrida para sermos todos milionários de dois telemóveis em punho, com carro topo de gama, a trabalhar das 8 ás 7 onde é que deixa lugar para uma coisa chamada "qualidade de vida"? Hoje mais do que nunca com o roubo universal a acontecer à nossa volta tão ás claras, que só quem não quer é que não vê, urge reavaliar como queremos viver a vida, se como baratas tontas a correr atrás de quimeras económicas impossíveis de atingir, ou se com os pés assentes no chão da hortinha do quintal das traseiras, ou na areia da praia de fogareiro ateado a assar o peixe fresco da apanha matinal... Somos um país pequeno mas de recursos à nossa medida, lindo de morrer, e onde podemos ser felizes de uma forma modesta mas saborosíssima e saudável. Basta fazer a escolha... eu já fiz a minha e já despi o fato de executiva. Volto ás origens, à alface no quintal, a couvinha galega no caldo verde, a tarde a caír preguiçosa, e o aroma de pinheiro e eucalipto na brisa morna à minha volta... há melhor do que isto? Há garantias de alguma coisa e seguranças maiores como recompensa da lufa-lufa desenfreada em que vivemos hoje com as economias esboroantes a desintegrarem-se à nossa volta? Então meus amigos aqui fica a sugestão: o regresso às origens!
    Helena S. | 23.09.2011 | 20.01Hdenunciar comentário
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  • Não é o imposto que vai fazer com que as pessoas tenham «uma alimentação saudavel»... Não é por se comer mais produtos McDonald`s ou menos McD; Pelo contrário, se calhar (por hipotese) as pessoas vão gastar o mesmo dinheiro noutra coisa pior... Concretamente : Como é que vou dizer ao meu puto que já não com ele ao McD? - Vou começar a fazer em casa, etc...? Nãã...Era o Carmo e a Trindade, a Rev. Francesa, eu sei lá.... Por mim (e também O sou) acho que as pessoas atingimos um patamar de nível de vda e de consumoe para aqueles que nos estão dependentes...., que agora estamos "viciados" e vamos pagar caro. aquilo que chamamos de «vida normal urbana» :(Casa, Carro, Tv Cabo, Internet, Cartão de Credito, boas Marcas de roupa, de calçado, de adereços, consumo de lazer, convivio, espectáculos, cultura, livros, etc... etc... etc... o pior é que toda a gente gozou (nem todos...)os bancos facilitaram, viciaram-nos, o credito er afácil e popular, não se paga hoje, paga-se amanhã, e AGORA, é mais Impostos, Taxas, IVAs, os bancos chupam-nos atravé da angústia que se chama Euribor, é inquieta, e tioca naquilo que a gente tem de melhor : a nossa "Casa", o Nosso Buraco, o lugar que Nós e os nosso, descansam do mundo, e que assim sendo, já não sabemos se estaremos amanhã na... rua? o trabalho e postos de trabalho sãop cada vez menos, porque também há máquinas para fazer tudo; e se assim não chegar há quem trabalhe mais por metade do «nosso preço»...e isso faz "alguém " sorrir. por isso, acho que o McD é bom para economia, e achho que haviia de haver postos McD, para dar trabalho às pessoas, poque se não for assim (emprego...) como é o dinheiro circula....?
    J Lourenço | 17.09.2011 | 22.48Hdenunciar comentário
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  • pode-se comer saudável no Mac Donalds: têem sopa, saladas ,iogurtes, fruta ,palitos de cenoura, água. o problema é a mistura e o exagero nos hidratos de carbono e gorduras. come-se o bife picado e deixa-se metade do pão. E bife com batatas e arroz acompanhado de coca cola, nos outros sítios? Qualquer dia taxam-nos pelo CO2 que emitimos.....
    Rita Pinto | 16.09.2011 | 18.53Hdenunciar comentário
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  • Mais imposto? Mais imposto = menos saúde física, menta e menos saúde para o bolso. O brasil é um pais de terceiro indo a falencia, com preços de produtos de primeiro mundo. Salario de terceiro mundo. Eu vivi durante 20 anos no Japão, e o custo de vida no Japão é mais baixdo do que no brasil. Este país é uma vergonha mundial e o povo brasileiro aceita tudo, rindo da própria desgraça. Ouvem mentiras dos politicos, aceitam "na boa" pois "o brasil é nosso". Repito o brasil é uma verganha mundial. Senhores me desculpem eu errei, este site é de Portugal.....mas consideram o que escrevi pois deu muito trabalho. No brasil a cobrança de imposto é tão grande e o povo tão idiota que faço questão de deixar minha marca aqui. Felicidades a todos!
    Elizeu | 13.09.2011 | 00.15Hver comentário denunciado
  • acho que um imposto sobre esse tipo de alimentos seria igual ao do tabaco e faria com que se pensasse 2x antes de os comer também o iva dos refrigerantes deveria aumentar
    manuela guimaraes | 09.09.2011 | 14.33Hver comentário denunciado
  • imposto dos refrigerantes deve ser igual ao do vinho 23%
    anónimo | 06.09.2011 | 21.40Hdenunciar comentário
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  • Era uma "malguinha" . . . ! Tão "fast" . . . ! Mas tão "fast" . . . ! Que a "food" . . . ! Não cabia . . . ! ! !
    alexandre barreira | 06.09.2011 | 20.49Hver comentário denunciado
  • Este bastonário da Ordem dos Médicos continua passado. Como pôde ele ter sido eleito? Tantas e tantas outras coisas que podia ser taxadas superirormente e com peso bem maior na economia. Exemplos: casas e carros de luxo, iates, aeronaves, cosméticos, álcool... Apesar de tudo, sou a favor do fim dos gastos públicos desnecessários e do rigor e da transparência. Temos um tribunal de contas que de tribunal nada tem. Se tal tivesse as derrapagens nas obras públicas não teriam as proporções que têm. A anarquia tem sido reinante. O mais importante é arrumar a casa e, a partir daí, tudo terá solução. O estado em desperdícios e em património abandonado tem milhões de milhões. Há que corrigir e alienar.
    NINI | 06.09.2011 | 18.29Hver comentário denunciado
  • Considero é que vai fazer as pessoas passarem fome.... o objectivo final é smp arrecadar dinheiro para o estado e desta vez decidiram taxar os estabelecimentos de restauração mais baratos e acessiveis a todos.... enfim.... sinto-me muito frustrada com o país em que vivo e não é por estarmos em crise mas sim por sermos governados por uma cambada de cretinos!
    Carla Gomes | 06.09.2011 | 15.22Hver comentário denunciado
  • tudo se resolve com impostos, desde que entre dinheiro para o estado. Eu esperava ouvir um medico dizer que deveria ser proibido que esses restaurantes vendessem esses produtos e obriga-los a substitui-los por produtos saudaveis, agora pagar imposto ainda estão a fazer publicidade aos ditos restaurantes e podem crer que a clientela vai aumentar. O problema está em todos os restaurantes, pois a maioria vende comida confeccionada de maneira industria, depois é congelada e na hora de servir é aquecida no micro-ondas a alta velocidade, mas os medicos com esses casos já não se preocupam
    ana santos | 06.09.2011 | 13.52Hver comentário denunciado
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