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Concertação

CGTP diz que reunião com o Governo "foi pouco produtiva"

24 | 10 | 2011   20.30H

CGTP considerou que a reunião de hoje com o secretário de Estado do Emprego "foi franca mas pouco produtiva" porque as posições do Governo e da central sindical "continuam muito distantes".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

"Foi mais uma reunião para marcar calendário. Tivemos oportunidade de expôr os nossos pontos de vista, o Governo registou as nossas posições, que continuam muito distantes das do Governo", disse à agência Lusa Arménio Carlos, dirigente da CGTP, após um encontro com o secretário de Estado do emprego.

A delegação da Intersindical identificou algumas matérias em debate na concertação social, nomeadamente o Salário Mínimo Nacional, o subsídio de desemprego, a adaptabilidade, o horário de trabalho e a contratação coletiva, e pediu ao governante que se pronunciasse sobre elas.

Tendo em conta "a ausência de respostas", Arménio Carlos considerou que "não existem saídas devido aos condicionalismos do Governo".

A delegação da CGTP disse ao secretário de Estado que não aceita o principio da Imperatividade, que as confederações patronais têm defendido.

Se este principio fosse aplicado, as medidas propostas pelo Governo, nomeadamente o aumento do horário de trabalho, a alteração do pagamento do trabalho suplementar e o valor das indemnizações deixariam de ser discutidas pela contratação coletiva e eram aplicadas de forma imperativa.

O secretário de Estado do Emprego teve ao longo do dia de hoje encontros bilaterais com todos os parceiros sociais no âmbito do processo negocial que decorre em sede de concertação social.

A próxima reunião de Concertação Social realiza-se no dia 31 de outubro para discutir o tema da Competitividade.

Os parceiros sociais e o governo voltam a reunir-se a 09 e 18 de novembro para abordar os temas do Emprego e do Crescimento.

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Foto: LUSA
CGTP diz que reunião com o Governo "foi pouco produtiva" | © LUSA

1 comentário

  • Ouvi há pouco na TV , que governo vai acabar (E MUITO BEM) com as pensões vitalícias dos POLITICOS e pelo que ouvi, até há politicos nestas condições que concordam. Sem dúvida que tem sido uma CHULAGEM à C.Geral de Aposentações que ao enriquecer estes CHULOS, tem prejudicado a classe trabalhadora que na maioria para ter uma pensão de reforma trabalhou uma vida inteira, estes parasitas ao fim de meia dúzia de anos na politica, outros nem tanto, caso de Manuel Alegre teem pensões milionários e escandalosas , como esse MELANCIA. ESPERO QUE SEJAM ABRANJIDOS TAMBEM VEREADORES E ACESSORES DE CÂMARAS, que tem sido um fartar ... Ó SR. PASSOS COELHO, não votei em si, mas se levar estas medidas avante, pode ter a certeza que tem aqui alguém e não só, que passa para o seu lado. Por outro lado, é tempo de se acabar com ordenados a presidentes de JUNTAS e companhia, porque antigamente havia Presidentes de Juntas e não tinham ordenados, e sempre houve p.de juntas e não se podiam recusar a selo pelo periodo de três anos, se a memória não me falha. Este País está mau, devido ao assalto que estes gajos fizeram à Nação, depois do 25 de Abril de 1974. HÁ QUE ACABAR COM ESTA LADROEIRA E RAPIDAMENTE. Conheço ferroviário que foi acessor de P.de Câmara e tem uma Pensão Vitalicia CHORUDA e goza o PRETO,como se costuma dizer. Que se acabe com esta GATUNAGEM.
    neste momento estou com Passos coelho | 25.10.2011 | 08.24Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
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