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Espaço

China consegue acoplar duas naves não tripuladas

03 | 11 | 2011   09.00H

A China deu mais um passo para se tornar numa potência espacial, depois da Rússia e dos EUA, ao conseguir acoplar duas naves não tripuladas, fase essencial para a construção em 2020 de uma estação espacial.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

O aparelho Shenzhou-8 uniu-se ao módulo Tiangong-1 às 17:37 de quarta-feira em Lisboa (01:37 de quinta-feira, hora local), segundo o Centro Aeroespacial de Pequim, citado pela agência oficial Nova China (Xinhua).

A oitava nave da série Shenzhou (que em chinês significa barco divino) descolou na terça-feira da base de Jiuquan, de onde também partiu, a 29 de setembro, o módulo Tiangong-1 (palácio celeste).

Os dois aparelhos ficarão acoplados durante 12 dias antes de se separarem e voltarem a juntar, em data a definir.

Dirigentes chineses, incluindo o primeiro-ministro, Wen Jiabao, assistiram à retransmissão da operação desde o Centro Aeroespacial de Pequim. Já o Presidente, Hu Jintao, que se encontra em França para participar na cimeira do G-20 (grupo das vinte maiores economias do mundo), enviou uma mensagem de felicitações.

No próximo ano, a China vai lançar no espaço mais duas naves, que se vão juntar a Tiangong-1, a Shenzhou-9 e a Shenzhou-10, sendo que uma delas será tripulada, talvez com duas astronautas integradas na equipa.

A China fez o seu primeiro voo espacial, tripulado, em 2003.

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China consegue acoplar duas naves não tripuladas | © DR
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