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Porto

New York Times elogia vida nocturna da cidade

24 | 11 | 2011   20.55H

A “movida” do Porto chegou às páginas do New York Times, através de uma reportagem do jornalista de viagens Seth Sherwood que elogia a nova oferta cultural, turística e de lazer da cidade.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

“Um novo quarteirão ‘à pinha’ de vida nocturna está a ganhar forma, e uma florescente cena criativa que tem de tudo, desde um emergente centro de design a uma vanguardista Casa da Música desenhada por Rem Koolhaas, um espaço de concertos deslumbrante”, descreve Sherwood.

O jornalista, baseado em Paris, afirma que a “segunda maior metrópole de Portugal” já não precisa de se “encostar” à reputação do famoso vinho digestivo com o mesmo nome.

“E há grandes notícias para os enófilos também. Com a emergência da região do Douro como berço de vinhos tintos premiados – não apenas o Porto –, o Porto (conhecido também como Oporto) pode agora inebriá-lo com uma miríade de ‘vintages’, novos restaurantes ambiciosos e até hotéis vínicos temáticos”, realça o repórter.

No artigo “36 Horas no Porto, Portugal”, já disponível online (http://travel.nytimes.com/2011/11/27/travel/36-hours-in-porto-portugal.html) e a ser publicado na edição de domingo do New York Times em papel, são apresentados 11 pontos de passagem/paragem de um percurso pela cidade que começa às 18:00 de uma sexta-feira e termina ao meio-dia de domingo.

Um “passeio barato (2,50 euros)” de elétrico entre a Praça do Infante e a Foz marca o início da viagem, que é seguida de uma Super Bock saboreada numa explanada à beira rio e de um jantar de Francesinha, “a sanduíche local não aprovada por cardiologistas”.

O dia termina no Hard Club, no “renascido” Mercado Ferreira Borges, e o sábado começa noutro mercado, o do Bolhão, a que se segue uma visita às galerias da Rua Miguel Bombarda e à Casa da Música.

Depois do jantar num “restaurante literário”, Sherwood “mergulha” na incontornável “movida” dos bares do quarteirão das ruas Galeria de Paris e Cândido dos Reis.

Os jardins e museu de Serralves e as caves do Vinho do Porto, em Gaia, completam o passeio, que é acompanhado de 17 fotografias e de duas propostas extremas de alojamento, num hostel (20 euros) e num hotel vínico (139 euros).

Foto: © Destak
New York Times elogia vida nocturna da cidade | © © Destak

1 comentário

  • Giro era os cidadãos dos "indignados" agora juntarem-se todos aos milhares em volta da fundação Mário Soares a pedir ao governo democrático do país para que sejam devolvidos aos cidadãos todo e qualquer valor entregue a personalidades privadas por via de mecanismos estatais. E pedir também averiguação do envolvimento dessas pessoas num possível incitamento à violência com recurso a apoios do estrangeiro, ligados possivelmente às palavras "don't fuck my job" escritas nos coletes de um grupo organizado de "grevistas". É preciso verificar se há alguém a incitar a qualquer tipo de confrontos, ou a "guerras civis", pois se assim for esses fazem parte do problema e do próprio mecanismo usado pelos banqueiros desde há muito: com a usura criam a miséria, a economia quebra, incitam à revolta, vem a destruição, financiam a reconstrução, a economia cresce, e assim por diante até que seja de novo necessário criar a miséria. Chamam a esse processo um processo Hegeliano, de negação para afirmação. Um ataque em em duas frentes, na forma de pedaleira de bicicleta. Ao andar da sociedades chamam "progresso". Aos milhões de mortes que provocam chamarão "cosias do progresso"... e os incitadores à violência e "guerras civis" cumprem a sua parte nesse processo de "progresso"...
    LIMPEM O CHÃO DAS GARRAFAS PARTIDAS! | 25.11.2011 | 10.28Hver comentário denunciado
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