Logótipo XL |Automotor |Classificados |Correio da Manhã |Destak |Jornal de Negócios |Máxima |Record |Rotas & Destinos |Semana Informática
Sociedade

Debate Dezembro 2011

07 | 12 | 2011   11.41H

No actual contexto económico e financeiro, que perspectivas tem para o próximo ano de 2012? Acha que os portugueses conseguirão superar a crise?

Saiba mais sobre:

13 comentários

  • Gostaria de comentar neste espaço e sobre este tema mas já que qualquer bardamerda pode DENUNCIAR o que escrevo, se não gostar da prosa, nem vale a pena. Apenas resumo no seguinte: enquanto estes chulos de políticos continuarem a (des)governar Portugal, nunca chegaremos a lado nenhum seja com que artimanhas, roubos, aumentos e quejandos existirem.
    CENSURADO | 25.12.2011 | 20.56Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Não tenho quaiquer perspectivas para o próximo ano. As perspectivas são as de assegurar as despesas que tenho e aguentar o barco; isto é pagar a prestação da casa e manutenção das despesas. Preciso de compar um carro, mas não sei para quando será. Terei de passar a vir de transporte público para o serviço, já que vivo em Odivelas e trabalahlo em Caxias e demoro 2 hora spara cada lado, quando de carro o faço entre 20 e 25 minutos. Quanto à superação da crise, sei que os portuguese não a vão superar, porque não existem nenhumas condições para isso, começando na democracia com falha, passado pela pobreza absoluta em que amioria das pessoas vivem, e pelo descrédito destes politicozinhos..., vai ser tudo uma desgraça. É um país sem rumo em que cada um vai ter d eencontrar o seu próprio rumo, mesmo sem coordenadas definidas.
    tita | 23.12.2011 | 10.38Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • passengers.com.ua - лучшая аренда автобуса в Киеве
    Baranov28Luka | 22.12.2011 | 09.55Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • 14.12.2011 | 16.45Hcomentário reprovado
  • Perante esta pergunta denunciada e ao mesmo tempo pertinente ... é caso para dizer que pelo andar da carruagem se vê a aragem ... e a aragem e muita para termos uma resposta cabal e definitiva... A crise Nacional é pro-funda, porque se assim não fosse sabíamos onde está o fundo existencial para assentar os pés e começar do zero... A crise apenas tem um fundo demasiado fundo, isto é, olhar para o fundo da crise e olhar para o espaço é a mesma coisa... O endividamento externo tornou-se insustentável. Organizar o país para ser financeiramente autónomo, de modo a não pedir mais dinheiro??? Será viável ... os países sejam eles ricos ou pobres são sempre dependentes ... nenhum é auto-suficiente a 100%... Produzir excedente para pagar a divida. Ah! mas estamos restritos na produção dos nossos produtos, inclusive foram pagos para deixar de produzir...não houve protecção aos nossos produtos... O caso recente incide na produção do Vinho Generoso do Douro... Com os juros e a competitividade dos mercados muito difícil chegaremos a um estado que produza excedentes para garantir um sistema que traga mais equidade a todos a vários níveis, nomeadamente seria mui agradável a nível da educação, saúde e cultura. Porque a cultura e a educação são a construção da liberdade e progresso de um País. Desta forma como se apresenta o cenário ...durante várias décadas (3 ou 4) andaremos em recessão, a empobrecer durante 30 ou 40 anos... o Desemprego é uma amostra grande do que se passa num progresso recessivo.... É um pau de dois bicos ... e a crise veio para ficar ... mas não nos tapem mas é os políticos o sol com a sua peneira ...
    Marluz | 14.12.2011 | 11.29H
  • Na minha modesta opinião, podemos e devemos superar a crise. Para isso, basta que façamos o que nos é pedido por quem nos empresta o dinheiro.Sejamos sensatos e manifestemo-nos contra os Sindicalistas e Políticos, ambos Profssionais, que vivem à custa de quem trabalha, melhor dizendo, vivem de expediente e fazem de nós todos burros. Senão, vejamos a quantidade de empresas de transportes que ambos levaram à falência económica e nada de mal lhes aconteceu. Vejam, o exemplo do que diz o actual Secretário Geral do PS, até parece que não tem nada a ver com isto e não tem qualquer responsabilidade. Toda a vida dele viveu do bolo do Estado, nunca fez nada na vida, a não ser Político.Para melhor entendermos, basta que olhemos para todos os ex-presidentes da República depois do 25 de Abril, antes nada tinham, hoje são todos ricos. Só com estes, o Estado Português gasta mais de 1 milhão de Euros por ano.Podemos e devemos começar por reduzir esta despesa.Podemos também exigir que reduzam ao números de deputados na Assembleia da República. Pergunto, para que servem e o que fazem? Outra medida urgente é reduzir ao número de Freguesias. Pergunto, para que servem?. Se é para abrir e fechar o Cemitério, para o efeito basta que coloquem lá um Porteiro. Só com o vencimento dos Presidentes, poupamos uma grande quantia. Conheço três Freguesias da proximidade da minha residência, no concelho onde resido, todos os Presidentes auferem o rendimento de 2.400€ e todos já são reformados. Outra questão, que é necessário colocar na agenda. Quando vamos votar nos Políticos, será que estamos a votar para que eles se aumentem uns aos outros nos seus ordenados, viajem de avião em classe executivo, façam-se deslocar com motorista e carros de luxo? Claro que não. Mas o que é que esta gentalha faz, depois de chegar ao poder, senão, aproveitarem-se dos dinheiros Públicos e viverem á grande, como nunca o poderiam fazer se vivessem do trabalho, tal como a maioria do povo, não o pode fazer. Sejamnos críticos, o nosso País, precisa destas pessoas? Ou, precisa de gente que nos governe, isto é Técnicos, a quem teremos que pagar para exercerem aquela função e podermos despedir e responsabilizar, quando forem incompetentes. Se tomarmos isto em consideração e fizermos as reformas que nos são exigidas por quem nos empresta o dinheiro, aí sim, podemos sair da crise, mas nunca sairemos enquanto formos governados por profissionais da Política.
    Dinaldo Gomes | 14.12.2011 | 10.21H
  • Não atirando "a toalha ao chão", fazer o que deve ser feito para "acordar" quem manda no país e lutando... chegaremos lá.
    António Veríssimo | 12.12.2011 | 15.06H
  • ola o meu nome e anabela ,tenho 41 anos, e eu penso quando um primeiro ex.ministro de portugal diz que a divida e eterna e nunca se pagará e que aprendeu isso na escola, então também nunca irei eu pagar as minhas dividas ate ao fim da minha vida. é isso?pois porque eles não pensam como eu, se achar que n consigo pagar nao compro, por isso eu não tenho dividas a não ser a segurança social porque criei o meu posto de trabalho sem qualquer ajuda sou cabeleireira e não há dinheiro. a luz aumentou a agua tambem.agora pergunto de quem é a culpa?para mim todos aqueles que foram eleitos pelo povo e claro todos os seus ministros e comparsas de dinheiros publicos por isso encontrei algumas soluções para pagar a divida. ponto nº1-começar pelo primeiro presidente que esteve lá pós 25 de abril saber o que tinha quando la chegou e o que tem hoje mereceu? não . que fez estes ordenados chorudos aos governantes e gestores quem fez este buraco orçamental?a culpa morre muito solteira .existem responsáveis por isto que estão a assobiar para o lado. têm três reformas, ficam com uma , tem quatro casas dão duas ,os chefes de estado deixarão de ter direito a escolas para os filhos,dinheiros para representações e hospedagens em grandes hoteis,isso tem de acabar e já as pessoas estão fartas de vê-los a continuar a ter todas as mordomias,e carros topos de gama,já chega.comecemos a fazê-los pagar do seu próprio bolso os seu erros e ninguém que não seja honesto se quererá eleger.tenho dito!
    ana | 08.12.2011 | 17.16H
  • As perspetivas para 2012 são nulas. A crise é global e Portugal é similar à chamada "gota no oceano", que, como é óbvio para o senso comum, nada poderá contra o que se poderia considerar um tsunami, caso não tivesse havido tempo suficiente de prevenção: tivemos 37 anos para aprendermos a governarmo-nos em democracia e quem pôde passou-os a enricar. Se Gil Vicente tivesse ressuscitado, e por cá estivesse, voltaria a escrever ou a dizer "roubaste bem trint'anos o povo com teu mester". 2012 vai mostrar apenas os frutos de muito tempo de desgoverno, de muita ganância e de muita corrupção a nível nacional e internacional. Não gosto do verbo "achar" porque tenho ouvido muita gente a "achar que" sabe tudo, mas a "achar" nada que me valha a pena considerar. Haja ilusões quante baste para superar esta e outras crises!
    Isabel Castilho | 07.12.2011 | 21.55H
  • Depende do contexto internacional, principalmente. Como sabemos nós somos os do "fundo da fila", se a fila avançar e progredir nós poderemos avançar, se a fila se mantiver parada nós contunuaremos parados, com as suas nefastas consequências. Agora que os nossos politicos poderiam, e deveriam, ajudar-nos a sair do fundo da fila e passar uns lugares à frente, claro que sim, mas não só com estas medidas restritivas e economicistas mas sim também com politicas de desenvolvimento empresarial onde possam ser criados empregos e riqueza, ou seja, progresso. Porque se ficarmos parados só à espera que os outros andem estamos tramados, bem tramados, pois não vejo jeito da fila andar tão cedo.
    pedro lindo | 07.12.2011 | 19.06H
  • Neste país dão-se muitos tiros no pé, preços baixos atraem consumo, no entanto a impostura e a usura prevalecem e o povo passa fome e também não é educado a poupar por passar a vida a compensar os baixos com os altos do quotidiano.
    Pamplinas | 07.12.2011 | 13.14H
  • Para superar a crise necessitamos que as finanças, segurança social e municípios parem de taxar sobre desempregados e sobre empresas que não auferiram de lucros que custeiem remunerações e matérias primas, taxem sim os directores que não fazem nenhum com gestões danosas e ainda recebem prémios.Isto porque somos todos contribuintes e pagamos IVA altíssimo sobre o consumo que até nem deveria existir visto já existirem outros impostos excessivamente altos (IRS,IRC,IMI,IME,TSU,Portagens). Todos poderíamos pagar portagens se cada 100Km fossem só 20 cêntimos mas como a ganância ditou mais forte, mata-se a economia e os transportadores.
    Pamplinas | 07.12.2011 | 13.09H
  • Se mandarmos as nossas elites às urtigas, claro que vamos superar a crise!
    anónimo | 07.12.2011 | 12.28H
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE