Logótipo XL |Automotor |Classificados |Correio da Manhã |Destak |Jornal de Negócios |Máxima |Record |Rotas & Destinos |Semana Informática
2011

Mais de 5 mil imóves entregues à banca por incumprimento dos donos

12 | 12 | 2011   16.04H

Mais de 5 mil imóveis foram entregues aos bancos nos primeiros dez meses deste ano em dação em pagamento por famílias e promotores imobiliários, em resultado de incumprimento nos créditos à habitação e à construção, segundo estimativas divulgadas hoje.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Segundo a análise das dinâmicas imobiliárias divulgada hoje pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), “ao longo dos dez primeiros meses de 2011 foi possível contabilizar cerca de 5.200 imóveis entregues em dação em pagamento tanto por famílias, como por promotores imobiliários”.

No mês de outubro foram cerca de 690 imóveis, o que representa o pior resultado registado este ano, sendo “o corolário de três meses consecutivos de agravamento deste fenómeno que, apesar de continuar a ser transversal ao território nacional, é hoje já 17,7 por cento superior ao observado em igual período de 2010”.

As estimativas da APEMIP indicam que as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto concentram 46,4 por cento das ocorrências relativas a imóveis entregues em dação em pagamento em Portugal este ano (39,7 por cento em outubro).

A Área Metropolitana do Porto representa 18,9 por cento das dações em pagamento registadas em termos nacionais este ano e 21,1 por cento das registadas em outubro.

Já Lisboa concentra 27,6 por cento das ocorrências registadas desde janeiro e 18,6 por cento das registadas em outubro).

“O arrefecimento do mercado imobiliário afetou de forma bastante significativa todos os que investiram na promoção imobiliária e no desenvolvimento de novos projetos e empreendimentos, pelo que parte significativa dos imóveis entregues em dação em pagamento proveem destes atores, em particular, em municípios, como os de Alcochete, Loulé, Ponta Delgada e Vila do Conde, em que esta realidade representa, pelo menos, metade da totalidade dos imóveis em causa”, conclui a associação.

2 comentários

  • De facto sr. António o IMI cobrado por este governo para a sua própria casa não devia ser cobrado , dado que é um bem legítimo a que todo o ser humano devia ter direito. Os governos estão a transformar isto numa especulação com aumentos sucessivos e absurdos que vão directamente para as Câmaras que têm défices enormes , porque ultrapassaram os limites dos gastos muitas vezes desnecessários e que contribuiram para a situação caótica em que nos encontramos. Em Portugal não se olham aos meios para atingir os fins. O IMI já ultrapassou os limites dos limites . Uma casa tem arranjos , condomínios , o que implica despesas. Com mais este imposto que está atingir proporções disparatadas como é que as pessoas podem viver.? Isto representa uma falta de respeito pelo ser humano. Quem tem casas melhores ou piores está a sofrer com a brutalidade e a ignorância de quem aplica este imposto.
    Pedro | 04.01.2012 | 01.46Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • e por outo lado o governo deve á familias muito dinheiro ingjustamente cobrado sobre imi falso,por á quem paga imi .com 300 euros ou menos que vive por mes,quanto que tinha que ser isentos de impostos como o governo disseaté aos 600 euros mes que a pessoa ficava isenta de impostos mete muito dó nessa situaçao pessoa que deram bens a rois ,quando muitas dessas vivam ssinhas ,que tenham que ajuntar para o lado dinheiro para pagar o imi em abril com 200 e tal euros ,funcionarios corruptos portugueses sem saberam de leis pois o governo disse seus tontos que cobran imposto sobre imi é quando ultrapassem os 600 mes pois como está tudo ligado ao governo é só ver os rendimentos de cada um,deeem por favor a isençao de impostos sobre imi ás pessoas que nao ultrapassem os 600 euros mes
    antonio | 12.12.2011 | 16.41Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE