Plataforma em Defesa do Jardim Botânico aponta "ilegalidades" do Plano de Pormenor do Parque Mayer
Representantes da Plataforma em Defesa do Jardim Botânico, Lisboa, apontaram hoje ilegalidades no Plano de Pormenor do Parque Mayer, considerando que a classificação do jardim como monumento nacional obriga a um documento de salvaguarda do seu espaço.
Num debate organizado pelo Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, membros da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) e da Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas (APAP) - dois dos cerca de 15 movimentos que integram a Plataforma em Defesa do Jardim Botânico - discutiram o Plano de Pormenor do Parque Mayer (PPPM), aprovado na terça-feira pela Assembleia Municipal de Lisboa.
"Há coisas que saltam à vista e tornam o PPPM ilegal. Quando o Jardim Botânico é classificado como monumento nacional a legislação do património cultural obriga à elaboração de um plano de salvaguarda e uma zona especial de proteção. Nenhum deles existe", disse a presidente da ICOMOS, Ana Paula Amendoeira.



