A voz que o mundo amou
À imagem do que confessaram Aretha Franklin e Mariah Carey, duas das suas parentes soul, é com «choque, incredulidade» e «muitas lágrimas» que o mundo reage à morte da diva Whitney Houston.
I Will Always Love You, um dos seus maiores hinos, será, obviamente, a música fúnebre mais apropriada para o precoce desaparecimento, aos 48 anos, de uma das vozes mais singulares de todos os tempos, vencedora de 415 prémios ao longo de 27 anos de carreira.
No seu palmarés incluem-se seis Grammy, festa-mor da música norte-americana em cujas vésperas Whiney viria a ser encontrada morta na banheira de um hotel em Beverly Hills, Los Angeles. Hoje à noite, na gala dos Grammy cabe a Jennifer Hudson protagonizar uma homenagem a Houston alinhavada à última da hora.
As causas da morte continuam por apurar, mas overdose ou afogamento constam na lista de hipóteses. A autópsia deverá demorar dois dias, a não ser que sejam encontrados vestígios de drogas ou álcool, o que atrasaria os resultados para daqui a 6 a 8 semanas.
Inconsolável está o ex-marido Bobby Brown, que muitos apontam como a desgraça da artista. Os conturbados 14 anos de casamento resultaram em violência doméstica e na toxicodependência de Houston.
Esta, renasceria das cinzas em 2009, com o CD I Look To You, que quebrou 7 anos de jejum discográfico e foi número 1 nos EUA. Recentemente, a actriz de O Guarda-Costas filmara Sparkle. Deixa orfã Krissi (19 anos) e Nicholas (23 anos), filho adoptivo.





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