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Correntes d'Escritas

"Amo a língua portuguesa, que vai durar pela eternidade" -- Rubem Fonseca

23 | 02 | 2012   12.13H

O escritor brasileiro Rubem Fonseca, galardoado hoje com o prémio maior das Correntes d'Escritas, confessou à plateia do Casino da Póvoa o seu amor pela língua portuguesa, poesia e por Portugal.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

"Amo a língua portuguesa, lindíssima, que vai durar pela eternidade", afirmou o escritor, que é avesso a entrevistas e que há anos vinha sendo convidado para estar presente no evento literário que vai na sua 13.ª edição.


Dando uns curtos passos, de microfone na mão - "eu sou a pessoa peripatética, para falar tenho de andar, apesar de ter uma luxação no joelho", Rubem Fonseca declarou que já "tinha vindo a Portugal", mas que estava "encantado com esta cidade e com as pessoas daqui", numa alusão à Póvoa de Varzim.

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Foto: zeca fonseca
"Amo a língua portuguesa, que vai durar pela eternidade" -- Rubem Fonseca | © zeca fonseca
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