Seguro defende austeridade inteligente e pergunta por que não se mexe no memorando
O secretário-geral do PS defendeu hoje a aplicação de uma "austeridade inteligente" que evite a recessão e perguntou "por que razão não se mexe no memorando" dando mais tempo a Portugal para consolidar as suas contas públicas.
Questionado se, em seu entender, o Banco Central Europeu, a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional aceitariam esse acréscimo de tempo, António José Seguro respondeu que insistiu recentemente junto da 'troika' nesse sentido, invocando a alteração de "condições objetivas" aos níveis nacional e europeu.
"Eu pergunto: por que razão é que não se mexe no memorando? Por que razão é que não temos mais um ano, no mínimo? Caso contrário, nós podemos correr o risco de cumprir tudo o que está no memorando, mas de isso significar vida pior para os portugueses e mais dificuldade para as nossas empresas. É isso que neste momento está a acontecer", acrescentou.



