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Forças de segurança

Sindicato da PSP critica «menorização» em relação à GNR

08 | 06 | 2007   17.58H

Em declarações à agência Lusa, António Silva considerou que as duas propostas de lei hoje debatidas no Parlamento com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Pereira, revelam «o peso institucional que a PSP tem vindo a perder».

Na reorganização, a Polícia de Segurança Pública (PSP) vê várias unidades agregadas numa só, reduzindo o seu número, enquanto a Guarda Nacional Republicana (GNR) passa a ter mais quatro unidades, apesar das que são extintas, afirmou o oficial de polícia.

Quando questionado a que se deve a menorização que diz ocorrer na PSP relativamente à GNR, António Silva disse que o «rosto» é o director nacional da PSP, Orlando Romano. «Não temos nada contra o director, mas tem culpa. É o rosto da instituição», acentuou o sindicalista da PSP, que terá nos seus quadros cerca de 400 oficiais, segundo António Silva.

Estas e outras questões levantadas pelas novas leis orgânicas que vão reger as duas forças policiais acabam por ter um significado que não se vislumbra, mas que é sentido: a dignidade institucional. 

Com agências

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