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Educação

«Se o Ministério quiser guerra, vai ter guerra»

06 | 12 | 2008   15.17H

“Se o Ministério da Educação quiser guerra, vai ter guerra, e a guerra dos professores é forte. O que exigirmos é seriedade e boa-fé”, declarou Mário Nogueira, reafirmando que a reunião do dia 15, “de agenda aberta”, com o Ministério da Educação abre a possibilidade de suspensão do regime de avaliação, o que contraria a tese do Governo.

Em declarações aos jornalistas, em Coimbra, sublinhou que foi perante o compromisso de discussão não condicionada nessa reunião, pela primeira vez assumido pelo Governo ao longo deste processo, é que as greves regionais da próxima semana foram suspensas.

Jorge Pedreira, secretário de Estado Adjunto da Ministra da Educação, veio afirmar sexta-feira que a “agenda aberta” do próximo dia 15 não significa que o governo esteja disposto a suspender o regime de avaliação, mas Mário Nogueira considera que isso contraria o decidido na última reunião com aquele responsável.

Mário Nogueira afirma existir uma acta do acordado com o Ministério da Educação, em que as duas partes iriam apresentar os argumentos que sustentam as propostas divergentes, procurando convencer-se uma à outra.

“Quero pensar que o Ministério da Educação tem essa seriedade e boa-fé”, referiu, acrescentando que da parte dos sindicatos “a disponibilidade é total”, ao ponto de os levar a suspender as greves regionais, e a dar um sinal à sociedade de que querem dialogar para resolver o diferendo.

Na sua perspectiva, o que neste momento se coloca é a suspensão do modelo, e “só por teimosia e obstinação é que o Ministério não quer reconhecer isso”.

Referiu que o modelo de avaliação está já praticamente suspenso em todas as escolas. Em 400 delas os professores já assumiram a sua suspensão, e num milhar está parado o processo.

Os sindicatos, com a suspensão do modelo de avaliação, para a negociação de um novo regime, querem que seja adoptado um regime transitório, que incida sobre aspectos científicos e pedagógicos, e não sobre questões administrativas, com admite os Ministério da Educação, referiu.

Na sua perspectiva, a alteração do regime de avaliação dos professores, por mais pequena que seja, vai implicar consequentemente a revisão do Estatuto da Carreira Docente, documento onde pretendem também ver introduzidas outros modificações, nomeadamente no que se refere às quotas de mérito.

Nesse sentido, a propósito da passagem do segundo ano do Estatuto, será realizada uma greve nacional de professores em Janeiro, e caso não haja acordo com o Ministério da Educação sobre o regime de avaliação serão retomadas as greves regionais agora suspensas.

“O secretário de Estado tentou marcar uma posição de força com as declarações que faz. Os sindicatos não precisam, porque está expressa”, referiu, em alusão à posição de Jorge Pedreira na sexta-feira e às greves que mobilizaram “94 por cento dos professores”.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Foto: Mario Cruz-Lusa
Mario Cruz-Lusa | © Mario Cruz-Lusa

48 comentários

  • Está descoberto: JFK é a Fernanda Câncio, cá do sítio!
    abcd | 12.12.2008 | 15.25Hdenunciar comentário
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  • A nível do ensino básico, o ratio professor/estudante é de um para 11, abaixo da média da OCDE (16); e no secundário é o mesmo, também abaixo da média (13) - com a curiosidade de no privado haver um ratio superior. Sendo um dos países da OCDE com menor PIB per capita, Portugal está, nesse grupo, entre os que melhor paga aos professores. Por outro lado, se os professores portugueses em início de carreira estão entre os mais mal pagos da OCDE (em termos de poder de compra comparativo), a partir de 15 anos de carreira sobem na escala, ultrapassando a Suécia, a Itália e a Noruega, e no topo estão ao nível dos salários dos seus congéneres alemães e finlandeses, acima da Dinamarca, do Reino Unido e da França. Por fim, o tempo total de trabalho exigido aos professores portugueses (1440 horas/ano) está mais de 250 horas abaixo da média da OCDE. Dificilmente o retrato de uma classe mártir e explorada. VÃO TRABALHAR, CORJA DE POLTRÕES!!!!! Estiveram demasiados anos à boa vida e agora, para os mais velhos terem vidas de lordes, os mais novos lixam-se! Revoltem-se é contra os sindicatos e contra os poltrões que abusaram durante décadas dos contribuintes, não contra a Ministra!!!! E.... COMUNAS PARA A SIBÉRIA!!!!!!!
    JFK | 12.12.2008 | 14.50Hdenunciar comentário
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  • No tempo do homem de Santa Comba Dão a actual Ministra,era certamente uma figura de sucesso,só que o homem de Santa Comba, apesar de ser um DITADOR tenebroso e cruel,não queria lá BURROS, portanto ela não tinha lugar nesse amaldiçoado regime.No actual Governo chefiado pelo Sócrates não há nem pode haver SOCIALISTAS, por o Dr. Mário Soares à muitos anos que meteu o SOCIALISMO na gaveta, fechado à chave, tendo perdido a mesma.Foi mesmo azar !..
    Mário Bessa Pereira | 12.12.2008 | 01.13Hdenunciar comentário
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  • Eis um comentário sensato, o 41.º: ABAIXO A DITADURA Todos juntos valemos mais. A união faz a força. Para grandes males, grandes remédios. Muitas vezes, Cunhal teve que engolir sapos vivos. Na Grécia mataram apenas um, provavelmente vadio ou criminoso, mas juntaram-se-lhe milkhares a manifestar o seu descontentamento com aquele estado de coisas. Também nós temos costelas gregas...
    GREGÓRIO | 11.12.2008 | 22.12Hdenunciar comentário
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  • Toda a gente critica o governo e a arrogância de Sócrates. Contudo, no que toca a mostrar autoridade sobre professores, a maioria fica, inexplicavelmente, feliz. Podiam aproveitar a boleia e hostilizar esta governação... mas a inveja fala mais alto. É o mal dos portugueses!
    Antónia | 11.12.2008 | 21.12Hdenunciar comentário
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  • Entre um homem de bigode e um ministro travestido de ministra, feio, arrogante e mal-cheiroso, prefiro o primeiro.
    MIMI | 11.12.2008 | 19.11Hdenunciar comentário
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  • O bigode do Nogueira faz sombra a JFK!... Ó FM, "eu não acredito" é como se a avaliação fosse uma questão de fé e não o é, mesmo.
    Rosa | 11.12.2008 | 18.38Hdenunciar comentário
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  • O gajo tem bigode, malta!! Está tudo dito. Um gajo que usa bigode não pode ser boa gente! E ainda por cima o desgraçado tem mesmo cara de quem vive no Cacém, ou em Santa Iria da Azóia ou esses sitios assim... Com um bigode daqueles, ou vive no Cacém ou pega de empurrão...
    JFK | 11.12.2008 | 17.54Hdenunciar comentário
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  • Mas qual guerra? O que está em causa é que os Profs não aceitam a sua avaliação. Quando a FENPROF diz "não aceitamos este modelo de avaliação", está a dizer "não concordamos com a nossa avaliação". Mas não concordam porquê? Porque se perde demasiado tempo no processo burocrático, respondem os profs. Será apenas por isso? Eu não acredito. A avaliação dos profs já deveria ter sido implementada há mais tempo mas nunca houve coragem política para tal. Esta é que é a verdade!
    FM | 11.12.2008 | 16.55Hdenunciar comentário
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  • Faltava à ministra da educação o apoio do "Bolacha Maria". Este veio mesmo a tempo! Como pode um anormal, oportunista e moribundo emitir ou vincular os seus pareceres neste domínio, quando ele é parte interessada neste processo, por duas razões fundamentais: manter o filho no PS e salvaguardar os seus interesses no colégio da família. Grande socialista e grande português este que aufere dinheiros, no mínimo, discutíveis por actividades que não exerce. Pelos vistos, como tapado que é, não aprendeu a última lição que o povo português lhe deu nas últimas eleições. Que MONARCAS estes! Não conheço nada que este apátrida tenha feito em algum lugar, excepto a sua interferência na morte de Humberto Delgado e a sua subida ao poder, onde se queria perpetuar, como muitos dos seus "irmãos" espalhadas pelo mundo. Também aí os portugueses se deixaram enganar e adormeceram durante anos... No meio de tudo isto, aplica-se o provérbio português "Vozes de burro não chegam ao céu.".
    DEMOCRATA | 11.12.2008 | 16.45Hdenunciar comentário
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  • É contra estes professores que escrevem coisas tais como "perca do respeito", que os cidadãos se devem revoltar e exigir avaliações e encerramento de cursos superiores para pseudo-professores. O país merece melhor educação e isso não se faz com maus professores, que só o são porque não tiveram vontade ou saber para estudar mais e melhor.
    Guida | 11.12.2008 | 13.49Hdenunciar comentário
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  • Depois de ler todos os comentários, só me resta dizer: neste país todos são doutores a comentar política, futebol, religião...etc., etc..Pelo que li, tenho a impressão que : 1. Há muita gente com traumas relacionados com professores, que lhes calharam na rifa em tempos idos. 2. Há muita inveja, do tipo :" o emprego de professor dá menos trabalho que o meu...". 3. Muita desinformação das realidades da situação em que se encontra o ensino em Portugal, que tem ido a reboque das políticas económicas e ideológicas dos governos. 4. Muita ignorância do que é de facto a vida difícil de um professor a leccionar nos tempos actuais, em que a liberdade degenerou em libertinagem e perca do respeito por pais ou outros educadores. Tantos sábios a botar sentenças que avancem...espero por comentários menos insensatos! Sim, sou professora, e mais que isso: um ser humano que merece respeito!
    miriam | 11.12.2008 | 02.16Hdenunciar comentário
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  • Eu já sei lere. já acavei o nono ano e bou pro dessimo. Grassas a deos qe temos um primeiro menistero e uma menistera da iducassão tam bomsinhos. Bemajam por tudo. Cuando acavar o meu cursso de medecina pormeto quidar de vossezes os dois.
    LURDITAS | 10.12.2008 | 16.59Hdenunciar comentário
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  • By the way. Eu sei que sou adorado por vocês mas não vejo o propósito de se fazerem passar por mim, como o senhor JFK | 09.12.2008 | 02.02H | ...
    JFK | 10.12.2008 | 16.05Hdenunciar comentário
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  • Está na altura de acabar o que ficou por fazer no 25 de Novembro - acabar com esta raça de uma vez por todas! Na altura eles acobardaram-se, o que impediu que acabassem a fazer tijolo, mas agora voltam a estar armados em galarós. Cobardolas como são é só conversa, mas que está na altura de dar uma lição a esta canalha destes comunas desgraçados, lá isso está!! Ainda por cima são estupidos. É que na altura tinham o Companheiro Vasco como PM mas agora com o amigo Sócrates, a coisa fia mais fino...
    JFK | 10.12.2008 | 16.03Hdenunciar comentário
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  • 09.12.2008 | 18.29Hcomentário reprovado
  • Hora ai istá. Se o menestério quizer gerra terá gerra. Num concordo nada proque istamos em tempo de pás. Pás é o que os protugueses precizam. Em ves dos sbsilios desse lhes pás pra travalhar. Avaixo os sindicatos, o goberno e os porfesores. Tanho dito.
    OPROTUNISTA DAS NOBAS OPROTUNIDADES | 09.12.2008 | 17.27Hdenunciar comentário
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  • Sr. JFK, não vê discutidos os problemas laborais dos médicos, dos engenheiros ou dos gestores pois estes para lá chegarem precisaram de passar pelos professores!!!!
    Ana, Alenquer | 09.12.2008 | 14.57Hdenunciar comentário
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  • Este sindicalista tem conversa de javardote e parece nada mais defender que os seus próprios interesses e de determinado Partido. Se os professores ainda não conseguiram ver isso com os seus próprios olhos, então andam mesmo cegos de todo.
    professor | 09.12.2008 | 09.49Hdenunciar comentário
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  • Ora aqui está alguém que mecheu com o dedo na ferida e esse alguém é o Sr.CARLOS CABRITA. Também sou da opinião de JFK,quanto á forma como isto é discutido e pela parte que me cabe,ponto final..Interessante como aparece dois comentários com o meu nome e nada tenho haver com eles.
    Serôdeo | 09.12.2008 | 04.57Hdenunciar comentário
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  • Como é que se pode discutir assim na Praça Pública o que a uma classe diz respeito e, ainda por cima, com tanta ignorância? Eu nunca vi assim discutido os problemas laborais dos médicos, dos engenheiros ou dos gestores!...Vão arrumar a casa e ver TV...
    JFK | 09.12.2008 | 02.02Hdenunciar comentário
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  • Senhor Cabrita, concordo, em pleno, com tudo o que disse. No entanto, mantenho que o que está em causa, para o governo, não é a avaliação dos professores, é a aplicação das quotas. Por seu turno, para os professores muitas outras coisas estão em causa. A sua união é, apenas, aparente porque estão em causa diferentes interesses, bem diferentes! Apesar de tudo, reafirmo que a falta de educação dos alunos, o seu desrespeito pelos professores, a indisciplina, o facilitismo imposto, entre outros, geraram o descontentamento generalizado da classe. Estas manifestações e a greve são o acumular de tudo isto e que torna insustentável este estado de coisas. Insisto: é preciso disciplina, rigor e currículos ajustados.
    VISIONÁRIO | 09.12.2008 | 00.17Hdenunciar comentário
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  • A conversa de que "quem está no topo da carreira não é afectado pela avaliação", está profundamente ERRADA. Esses são os que mais se manifestam contra o que dizem ser, "excesso de trabalho e de horas na escola". Estavam habituados a deixar as responsabilidades e o pior para os novátos e agora, que são Titulares, já não podem delegar tarefas com a mesma facilidade. Repare que, Titular todos se degladiaram para ser, agora que o trabalho chegou já dizem que não pediram para ser titulares e que até nem ganham mais por isso. Se ganhassem ia ver como não havia problema. Atente nos Conselhos Executivos, onde os presidentes ganham mais 500 euros mensalmente, para além do seu salário, e veja quantos querem largar o "tacho". O problema está mesmo nas regalias perdidas por quem está no topo, como a redução de componente lectiva que chegava a criar situações, no secundário, de 12h semanais de trabalho = permanência na escola, agora o direito adquirido não mudou, mas a permanência e tarefas aumentaram! É por isso que muitos pedem rapidamente a reforma, mas de seguida vão trabalhar no Ensino Privado. Para o Estado é só uma questão de cortar nos salários, porque esta avaliação de rigorosa não tem nada e não vai em nada melhorar o ensino. Para os professores "instalados" é uma questão de direitos adquiridos e perca de regalias. Para os mais novos aplica-se o ditado: " se queres conhecer o vilão mete-lhe a vara na mão". Com um bocadinho de poder as pessoas transfiguram-se e, de "baldas", passam a mesquinhas. Agora imaginem o resto do filme.
    Carlos Cabrita | 08.12.2008 | 18.33Hdenunciar comentário
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  • EQUÍVOCOS, é tudo o que se me oferece dizer a quem confunde os professores com Mário Nogueira ou com o PCP. Porventura, passa pela cabeça de alguém que 94% dos professores se revêem nesse personagem ou nesse partido!? Para a esmagadora maioria dos professores o que verdadeiramente está em causa é anarquia do sistema educativo, expressa na falta de rigor, da disciplina e do facilitismo generalizado. Por que pretendem, tantos, confundir a opinião pública? Por que adeririam às manifestações e às greves 10% dos professores que estão no topo de carreira e com quem a avaliação nada interfere? Antes de mais, e fiquem seguros desta, os professores são cidadãos atentos, conscientes e responsáveis. Como possuidores que são do conhecimento da matéria em causa, manifestam, antes de mais, o seu descontentamento pelo rumo que estas políticas "socratistas" estão a levar. Tudo isto é uma VERGONHA! Eu não quero os meus filhos a passar de ano sem saberem, a serem mal educados com quem quer que seja, a obter licenciaturas ou pós-graduações por correspondência, a serem analfabetos ou iletrados... Quero, sim, que sejam cidadãos livres, de pleno direito e aptos para os desempenhos que a sociedade e o país impõem. Será pedir muito? Com estas políticas, jamais lá chegaremos. Toda a gente sabe disto, toda a gente comenta e todos adormecem ao som das melodias manipuladoras de um governo incompetente, autoritário e autocrático. ACORDEM... meus senhores(as)!
    VISIONÁRIO | 08.12.2008 | 17.39Hdenunciar comentário
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  • Já que esse Professor da geração rasca, Mário Nogueira, faz declaração de Guerra,ao governo aos contribuintes e ao futuro de Portugal, por querer continuar com professores falhados, por isso não querem ser avaliados. Já que ele quer guerra, srª Ministra, manda lá a G.N.R. com o chanfalho, Guerra é guerra.
    Fodoredo | 08.12.2008 | 15.41H
  • o cavalheiro Sal Marinho,mostra desagrado pelo comentário de Serodeo,até parece pastor de algum rebanho que não gosta que nenhuma ovelha saia do redil.Pela escrita revela ser temerário.Parece querer amordaçar os comentadores.Acredito que militantes dos partidos,são bufos ao seu serviço.Sal marinho deve ser um desses. LOL.
    Açoreana escaldada | 08.12.2008 | 09.07H
  • À quantas dezenas de anos este Sr não dá aulas??? É um sindicalista cuja sobrevivência depende como pão para a boca da agitação que conseguir fazer na classe profissional a que pertence. Os que o acompanhem são mais do mesmo. O partido a que pertencem não interessa, mas já agora pertencem todos ao mesmo.
    Francisco Simoes | 08.12.2008 | 01.00H
  • CARO SENHOR SERÔDEO:««««««« Dizer “Eu fui funcionário público e sempre fui avaliado pelos meus chefes. A classificação que me era dada, não era pelo trabalho que fazia (Muito pouco, bem ou mal) era pelos almoços que pagava ao meu chefe durante o ano, ou pelos serviços que ia a casa dele fazer com outros colegas.” é uma afirmação grave. Subornar os seus chefes avaliadores com pagamento de almoços e fazer serviços nas suas residências ou afins é punido por lei! O senhor deve estar um pouco exaltado e equivocado. Talvez esses almoços eram de convívio e as ajudas não passavam do mesmo. Agora subornar chefes avaliadores para darem bons pareceres de trabalho. Parecem “Almoços de CAVIAR”. Muito Bem-haja SAL MARINHO
    SAL MARINHO | 07.12.2008 | 22.13H
  • Proponho que se avalie toda a gente, começando, precisamente, pelos do topo da hierarquia: os governantes e todos os políticos ou ex-polítcos. Não tenho dúvidas que o resultado da sua produtividade é bem visível, expresso nas fortunas que passaram a possuir. A banca, por seu turno, já não se limita a dizer o que lucra, mas apenas a compará-los com períodos e anos anteriores. O Zé Pagode, cantando e rindo, alívia as suas mágoas e descarrega as suas frustrações, pasme-se, nos professores. Todavia não foi esta geração de professores que ensinou essa corja de malfeitores. Muitos deles até vieram dos seminários! Não são os professores que se apoderam dos dinheiros públicos. Não são os professores os culpados de criminalidade que o próprio estado fomenta. Felizmente, e por omissão de outros, são os professores que olham para os filhos de quem os não quer ver, que lhes dão atenção e carinho, que os educam os preparam para a vida. É certo que não haverá dinheiro ou regalias sociais que possam pagar toda esta dedicação. Ser professor, mais que uma profissão, é uma missão para a qual muitos dos críticos não estarão, minimamente, preprados. Explica a psicologia que, de um modo geral, quando alguém possui um comportamento desviante ou de revolta, insurge-se, em primeiro lugar, contra quem mais lhe deu. Acreditando nesta teoria, tenho a explicação para muitos dos comentários que me antecedem. Manifestemo-nos, revoltemo-nos e saiamos às ruas pelas grandes causas; nomeadamente o roubo que este governo está a fazer ao bolso dos portugueses. Gatunos de colarinho branco por todo o lado, parece preocupar pouca gente. O que roubaram esses barões da política, e não só, daria para tornar bem melhor a vida dos portugueses. No entanto, como tradicionalistas que somos, alimentemos o ditado popular "vale mais um farto que dois famintos".
    JUSTICEIRO | 07.12.2008 | 21.53H
  • Atenção ! Sei que já vou ser apelidado de comuna ! Estão enganados ! Presentemente não acredito em partido politico algum.São tudo bando de ..........
    Serôdeo | 07.12.2008 | 21.13H
  • Snr.SENSATO e creio que bem sensato é. Estou totalmente de acôrdo consigo quando se refere às benesses que este governo fascista tem dado a classes que sempre foram beneficiadas e que hoje estão numa situação de poderem parasitar com mais facilidade o desgraçado do povo trabalhador português e mais os estrangeiros que vieram para esta terra (coitados),para serem explorados e facilitarem mais a vida a esta cambada de chulos da Nação Portuguesa. Contudo não concordo que os professores passem a ter mais regalias do que os outros funcionários públicos,mas não é só os professores,também policias , militares e outros. O Mal desta porcaria,é que o capital e os partidos politicos,conseguiram dividir os trabalhadores,mais do que o que já estavam divididos ,com a criação de sindicatos com associados que não existem,porque dividindo é mais facil reinar.Veija a perseguição a tudo o que é funcionário e instituição pública,com o aval deste governo,percisamente para ter voz activa de poder dizer que privatizar é melhor solução,mas nacionalizar quando o povo tem de pagar o que os bem vestidinhos desviam, (não digo roubam ,que é feio). Aqui na Internet,o senhor e eu e mais alguns,ainda vamos tendo (Eu com alguma dificuldade ) para entrarmos nestes comentários,ainda vamos extravazando a "nossa ",minha RAIVA,mas´há outros que estão longe do que aqui falamos,por vezes com muita ironia,pelo menos eu.Os professores têem um sindicato forte ,com um bom lider e estão por enquanto" muito "unidos,mas as divisões já se vão notando,porque o governo e o capital tudo compra e " todo" o homem se vende ,a questão é de preço ! Todas as pessoas deveriam ser avaliadas na sua competência e serem pagas pelo que fazem. Eu fui funcionário público e sempre fui avaliado pelos meus chefes. A classificação que me era dada,não era pelo trabalho que fazia ( Muito,pouco,bem ou mal) era pelos almoços que pagava ao meu chefe durante o ano,ou pelos serviços que ia a casa dele fazer com outros colegas. As promoções sempre foram para os filhos ,enteados e afilhados dos administradores,drs.,chefes,etc..O que este governo está a fazer,é o que o Salazar fez,que foi meter na função pública,quem tivesse um atestado de bom comportamento passado pelo presidente de junta de freguesia e outro pelo padre,porque assim, sabia que tinha gente da côr nas instituições do Estado. Socrates,leu a cartilha de Salazar e está a utilisa-la com eficácia. Não sei se já se apercebeu no dia a dia da sua vida,que as pessoas já têem medo de falar no café ,em público. Têem medo dos que estão nas juntas de freguesia e tremem de medo com os das Câmaras. Os militantes do P.S.,são autenticos ligionários do antigamente,eles são os bufos do SIS. Sendo assim,o melhor é dar palmas ao governo,mas que tenhamos coragem e não ter medo de votar em próximas eleições contra tudo o que é PS e PSD...Obrigado pela sua atenção.
    Serôdeo | 07.12.2008 | 21.07H
  • Esse Tarzan em cuecas que se cale porque nem manda nem nunca chega a mandar no Governo. Por muito mau que o Governa seja não é esse palerma, que só está a prejudicar o ensino, que manda mais..E os professorzitos actuais que estudem para saber ensinar, porque afinal eles têm medo das avaliações porque nem sequer sabem fazer uma conta de somar sem a máquina. São uns autenticos vaidosos que se julgam sapientes e afinal não passam duns palermas que estão a pôr o ensino pior do que o que estava.É pena não haver um Governo que os ensine a ser professores e a obrigá-los a trabalhar...porque isso eles nunca souberam. Malandros a serem orientados por um vermelho que só quer por tudo em guerra e naão se lembra que os pais é que têm que pagar pelos seus erros...malandritos vaidosos e ignorantes que deviam era de ir dar aulas na Sibéria ou lá p'ró Polo Norte, dar aulas aos ursos comoi eles.
    Zezinho das meiguices | 07.12.2008 | 21.00H
  • Carradas de razão para este governo. Ceder aos professores, nem pensar! Já bastam as cedências e as dádivas aos srs do capital, aos camionistas, aos militares, às empresas e a toda essa cambada de mamões e parasitas. Quanto ao povo, este que se lixe! Bem faz o governo! O povo quer-se humilde, como dizia o meu saudoso "Oliveirinha" Para isso fez o que este governo está a fazer: gerou analfabetismo, pagou-lhes mal e tapou-lhes a boca . Acho até que deviam acabar com os professores e todos os funcionários públicos. Tudo ao molho e cada um para si. Pela parte que me toca, não preciso de uns nem de outros: políticos ou funcionários. No entanto, continuo a não entender esse ódio aos professores manifestado por alguns comentadores. Talvez seja trauma de infância; escolaridade mal resolvida; relações laborais conflituosas ou, simplesmente inveja de não se sentirem aptos a cumprir tão nobre missão. Mas como o povo é quem mais ordena, apanhemos a onda e gritemos: ABAIXO OS PROFESSORES!
    SENSATO | 07.12.2008 | 19.11H
  • O sr SENSATO, li o seu comentário, dá bem para ver o parasita de professor que é, tem medo de ser avaliado, voçê é daqueles que tirou o curso para trabalhar numa empresa, não conseguio arranjar trabalho, foi para professor, quer mama, á custa do dinheiro dos contribuintes. Tenha vergonha e peça para ser avaliado, como são todos os portugueses.
    Ana | 07.12.2008 | 17.40H
  • Esta é a geração rasca de professores, tal como um Ministro da Educação do P.S.D., os apelidou quando eram estudantes,se este Governo recuar nas avaliações, fico indignado, com este governo e fico a pensar que só ganha com razão ou sem ela, quem mais barulho fizer nas ruas.
    FODOREDO | 07.12.2008 | 17.32H
  • Estou farto de ouvir e ler tanto disparate junto, expresso por quem nada sabe de educação ou políticas educativas. Ser-me-ia fácil fechar os olhos e tapar os ouvidos, mas a minha consciência social obriga-me a estar informado e a avaliar esta gente que tanto fala e tão pouco diz. Independentemente da razão assistir ao governo ou aos sindicatos, a ambos ou a nenhum deles, o verdadeiro interesse dos portugueses é ter um ensino de qualidade. Infelizmente, esse não existe, por culpas a repartir por todos, onde incluo essas associações de pais, verdadeiras criações corporativas de regime. Não entendo bem qual a razão porque a sociedade portuguesa tem tão má imagem dos professores, em contexto dos funcionários públicos, em geral. Na minha perspectiva, nada de mais errado! A escola pública reflecte, apenas, a imagem da sociedade que somos e que construímos. Neste país, perdoem-me o exagero, ninguém quer trabalhar, repito, NINGUÉM. Historicamente, desde a fundação da nacionalidade, aprendemos a viver de expedientes. Não vislumbro solução para esta letargia secular. Não temos estado, não temos empresários dignos desse nome, não temos massa humana, não temos iniciativa... Os nossos recursos, embora escassos, encontram-se todos por explorar. As políticas seguidas são sempre as imediatistas, tendo como principal objectivo a manutenção do poder, através da satisfação das clientelas partidárias. Fale quem fale, diga o que diga, todos somos culpados deste imobilismo atrós que nos inibe e limita o nosso desenvolvimento global.
    SENSATO | 07.12.2008 | 16.59H
  • Duma coisa é certa, temos que gramar o sistema de cotas, para darem o excelente aos bufos; e eles sabem porque está tudo informatizado, mas também uma coisa é certa, é pena nao mudarem a ministra, porque são muitos votos que se perdem....vivemos bem com as ameaças senhor 3.416; eu pessoalmente como já estive internada, nada me mete medo, e não gosto de mulheres assim...
    7.8.910 | 07.12.2008 | 15.34H
  • Esta Oração dedico-a ao Senhor Nogueira...que parece afastado em demasia da bondade, compreenção e da palavra da fé; dos Irmãos entre si. A morte espreita...e muitas vezesum até logo...é demasiado tempo...Guerra não Sr. Nogueira...Só tendes a perder...Sois tão poucos...mesmo, mesmo!?...Hoje é tudo mecanizado...o tempo de sachar o Milho ou da Catarina Eufêmia...já foi...LOL
    3,1416 | 07.12.2008 | 14.17H
  • 07.12.2008 | 14.12Hcomentário reprovado
  • 07.12.2008 | 13.54Hcomentário reprovado
  • O que me preocupa ainda mais é que essas pessoas que andam na rua é que educam as nossas gerações futuras, que valores dão esses senhores e senhoras aos nossos filhos? Será que há realmente alguém que saiba as verdadeiras motivações da FENPROF para abrir "guerra" ao estado? Comecem por o Sr. Mario Nogueira, acho que iriam adorar certos aspectos da vida deste senhor... e mais não digo... Abram os olhos... Um bem haja a todos....
    Arturo Vaz | 07.12.2008 | 12.03H
  • Senhor ZÉ ERNESTO,confirmo tudo o que acaba de dizer. Hoje, subiu à cabeça desta gente,que têem de mostrar lá na terrinha onde vivem,que são uns valentões e que dominam quem foi eleito democráticamente. Se este governo está a trabalhar bem ou mal ,só temos que esperar por novas eleições e tira-los de lá para fora,ou então o Sr. P.da República que os despeça,pois há muito que o devia ter feito,apesar de eu ter votado neles e que julgo poder faze-lo . Há coisas que no meu modo de vêr,são grandes injustiças que socrates tem feito ao povo. Mas neste caso dos professores,estes não têem razão absolutamente nenhuma,porque não são mais que os outros funcionários publicos.Porém,também penso que os partidos que hoje são oposição e se algum deles ganhar as próximas eleições e que hoje contestam as leis que este governo tem mandado cá para fora,vamos vêr se algum deles vai alterar estas boas ou más leis ou se não vai dizer que foi o anterior governo que as fez e por conseguinte terão que as manter,a lixar o mexilhão. Disse que votei neste PS,mas já votei em quase todos os partidos,pois não tenho côr partidária e lamento a minha sorte nesta questão,por já não saber em quem votar numas próximas eleições. Não acredito mais nesta gente,são a vergonha da PÁTRIA,mas a maior parte deles,nem sabem o HINO NACIONAL.
    Serôdeo | 07.12.2008 | 00.12H
  • CAROS SENHORES PROFESSORES:«««««««««««««« Já sou sexagenário, mas lembro-me muito bem, quando os Senhores Inspectores Escolares entravam pelas portas adentro da escola, para Inspeccionarem se tudo corria bem e para assistirem a aulas dadas pelos digníssimos professores não iam chamar os sindicalistas ou fazerem manifestações. Ficavam muito calados e faziam para que tudo corresse o melhor possível. Sabiam à partida que iria ser feito um relatório, para o qual não havia contestação.««««««««««« Agora com as amplas liberdades mas também com as amplas responsabilidades deviam saber que uma avaliação tem de ser feita para bem de quem avalia e de quem é avaliado. Só assim se poderá ver se o nível de ensino é bom e se as verbas para ele destinadas são bem gastas ou não.««««« Será que é retórica de Sindicalista e se tem plena consciência o coordenador ao dizer: “Se o Ministério quiser Guerra, vai ter guerra”! Muito mal vai a educação dos nossos educadores neste cantinho à beira mar.«««««« Muito bem-haja««««««« Zé Ernesto Gaia
    Zé Ernesto - Gaia | 06.12.2008 | 22.51H
  • Muito bem,foi assim que surgiu a revolucao dos cravos,os portugueses falam muito mas nao tem tomates,Portugal precisa de uma revolucao a todos niveis,TUDO esta mal em Portugal
    Revolucionario | 06.12.2008 | 20.27H
  • Eu dava-lhes a guerra. Acho que isto é vaidade a mais e quando a vaidade ultrapassa os limites da decência os mirones começam a coçar na cabeça !
    Serôdeo | 06.12.2008 | 19.58H
  • 06.12.2008 | 18.37Hcomentário reprovado
  • Está na hora de alguém ir embora...como o Governo está a reforçar a maioria...está na cara quem deve sair...já cheiram mal. Afinal o que têm mais peso 100/200 mil bem pagos ou 3/5 milhões de POBRES PORTUGUESES com salários abaixo de bem pagos? Mas há mais...força sem violência foi assim a Revolução dos Cravos. Assina como eles dizem o...
    Analfabeto | 06.12.2008 | 18.03H
  • Já me sinto enojado de tantas frentes e de tantas exigências feitas por quem tem de obedecer e não de dar ou alterar as Leis do Governo. (Atenção que não sou Xuxa...de modo maneira...) Fico desiludido se houver demasiadas cedências a estes turistas de Inverno que alugam setecentas Camionetas para se deslocarem a Lisboa...e falam em mais de cem mil turistas...Logo aqui caiem no mais vigoroso descrédito...Mesmo com 1.400 Ónibus, vezes 60 passageiros, seriam 84.000...Mas o Gov. parece titubear...e lá vai cedendo...Será que tem medo das Eleições de 2009? Se não ganhar este ganha outro e sempre assim foi desde o fatídico 25 do 4. Afinal isto está bom para negócios da China...mas fora da China...e para o novo-riquismo...sem Fábricas, operários, trolhas, carpinteiros, pedreiros ou agricultores gerais? EH lá se vai vivendo...Se amanhã formos 3.000.000 de pobretanas que se lixe. É DEMOCRÁTICO. Bolas?
    3,1416 | 06.12.2008 | 16.28H
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