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Conselho Geral da UP rejeita apoios financeiros a grupos ligados à praxe

14 | 02 | 2014   18.19H

O Conselho Geral da Universidade do Porto (UP) mostrou-se hoje a favor da interdição das praxes tidas por violentas no interior da instituição e de qualquer apoio financeiro a "grupos associados a estas práticas".

Em comunicado aprovado por unanimidade, o Conselho Geral da UP, presidido pelo anterior provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, condenou "todas as praxes que impliquem atos de violência ou coação física ou psicológica sobre outros estudantes" e entendeu "que não devem ser permitidas atividades desta natureza no interior desta Universidade assim como qualquer apoio financeiro, instalações ou qualquer outra colaboração com grupos associados a estas práticas".

"O Conselho Geral da UP afirma não aceitar nas instalações da UP qualquer atividade que implique a diferenciação entre estudantes aderentes ou não aderentes à praxe", referiu, ainda, aquela entidade, que integra nomes como o antigo deputado José Pacheco Pereira e a ex-ministra Maria João Rodrigues.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • Financiamento de bandidos e ainda por cima para serem os maiores ladrões da NAÇÃO! Mas na verdade tem sido assim, basta olhar para estes malandros que nos andam a (DES) governar e a assaltar, à descarada. Este até teve o arrojo de dizer que não tinha pressa de ir ao pote. CANALHA.
    canalha/ladrão | 16.02.2014 | 19.21Hver comentário denunciado
  • Se as praxes visam integrar os alunos, não deveriam ser chefiadas pelos melhores alunos?! Que podem os parasitas (alunos repetentes) ensinar? Os seus vícios e truques? O tempo do feudalismo está longe!
    Cândido Morais | 14.02.2014 | 20.06Hver comentário denunciado
  • Vocês estão tramados. Então vão tirar apoios aos homossexuais que vão ser ministros e secretários-de-estado? E onde ´+e que eles vão ter treino para lixaro Povo? Vão assim fresquinhos e sem experiência para o Governo? Pensem bem, é o futuro desta corja que está em jogo e eles como bichas são vingativas.
    Já ontem era tarde, mas na prisão | 14.02.2014 | 19.39Hver comentário denunciado
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