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Tribunal Europeu

Vinte fundos internacionais interpõem ação contra resolução do BES

14 | 12 | 2014   13.59H

Cerca de 20 fundos internacionais, entre eles o brasileiro BTG Pactual e o norte-americano Third Point, avançaram no Tribunal Geral da União Europeia com um pedido para que seja anulada a decisão da União Europeia em aprovar a resolução do BES. O objetivo mais imediato passa por travar a venda do Novo Banco, revela o Negócios na sua edição online. 

Destak | destak@destak.pt

 Os detentores de quase metade da dívida subordinada que o BES emitiu em novembro de 2013 e que foi colocada no "banco mau" no processo de resolução do banco, já avançaram com processos no Tribunal Geral da União Europeia.

Segundo a agência de notícias Bloomberg, são cerca de 20 os queixosos que pedem ao tribunal que anule a medida de resolução aplicada ao BES e que passou pela divisão do banco em duas instituições. No "banco mau" ficaram os 750 milhões de euros em dívida subordinada emitida em Novembro de 2013, enquanto a dívida sénior foi transferida para o Novo Banco.

A Bloomberg dá conta que os fundos solicitaram uma decisão rápida do tribunal, de modo que a esta seja tomada antes de finalizado o processo de venda do Novo Banco, que já arrancou em Dezembro e cuja primeira fase termina este mês com a entrega das manifestações de interesse.

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Foto: LUÍS ANICETO
Vinte fundos internacionais interpõem ação contra resolução do BES | © LUÍS ANICETO

2 comentários

  • E, as "malguinhas" . . . ! Na sua "candura" . . . ! Rejubilam em "êxtase" . . . ! ! !
    alexandre barreira | 14.12.2014 | 21.00Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Tal como já comentei por aí, vai acontecer o seguinte: o governo, que não merece letra maiúscula, decidiu partir o banco em dois: o BANCO BOM, que ficou com os ativos e os bons investimentos" e que se chama agora NOVO BANCO; e num BANCO MAU, que ficou com os prejuízos e guarda os valores que não conseguirão ser cobrados. O governo pretende agora apressar a venda do NOVO BRANCO o mais rapidamente possível e o motivo é "gato escondido com rabo de fora". É que quando houver uma decisão final dos Tribunais está-se na presença de um facto consumado, pelo que já não poderá recuar-se e assim sendo será o Estado Português o responsável e que deverá pagar os prejuízos dos clientes do banco mau que foram prejudicados, e, assim sendo, serão os contribuintes portugueses, uma vez, mais a pagar a asneira que não é ingénua.
    Zé da Burra o Alentejano | 14.12.2014 | 14.46Hdenunciar comentário
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