Actualidade

Menos voluntários devido barbárie de grupos como Estado Islâmico - presidente da AMI

09 | 04 | 2015   08.30H

O presidente da AMI, Fernando Nobre, admitiu que "os atos de barbaridade" praticados por grupos armados como o Estado Islâmico estão a condicionar os voluntários que desejam trabalhar em missões humanitárias internacionais, defendendo "novas estratégias" para ultrapassar o problema.

O responsável da Assistência Médica Internacional (AMI) falava à Lusa a propósito do anúncio quarta-feira da Organização Mundial da Saúde (OMS) da criação de um novo organismo que irá integrar equipas médicas devidamente qualificadas em todo o mundo prontas para intervir em caso de emergências graves, tais como epidemias, terremotos e tsunamis.

Em declarações à Lusa, Fernando Nobre considerou que "só há uma maneira de intervir para que as agências humanitárias possam fazer o seu trabalho de forma eficaz, coerente e com equidade junto das populações: é que seja imposto um ciclo de segurança", o que pressupõe a "adoção de novas estratégias" para permitir que as mesmas operem em zonas de conflito.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Saiba mais sobre:

1 comentário

  • Os turistas "humanitários" não gostam do cheiro a pólvora? Há-de haver sempre terramotos e cheias para passearem.
    Pagante | 09.04.2015 | 09.27Hver comentário denunciado
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE