Actualidade

Porto abre portas de museu judaico com nome de 900 vítimas da inquisição

24 | 05 | 2015   07.00H

O Museu Judaico do Porto abriu portas esta semana para dar a conhecer a história da comunidade desde a época medieval até aos dias de hoje e onde é possível saber o nome dos 842 portuenses vitimados pela Inquisição.

É no primeiro andar da sinagoga Kadoorie Mekor Haim, a maior da Península Ibérica, que está instalado o museu judaico da Comunidade Israelita do Porto (CIP), fundada em 1923 pelo capitão Barros Basto e por judeus provenientes da Europa Central que residiam na cidade.

As memórias do capitão estão presente numa das três salas do museu onde se expõe a sua espada e a sua kipá, ou solidéu (chapéu usado pelos judeus como lembrança da soberania divina), e onde se lembra a sua "Obra do Resgate" de criptojudeus, aqueles que praticavam sua fé e seus costumes em segredo, por receio de perseguições religiosas.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Saiba mais sobre:

2 comentários

  • Segundo o " WIKIPÉDA " a « Haia » é a terceira mais populosa cidade no País Baixos, mas felizmente que os " Judeus " estão e estarão, até ao fim dos tempos em todo o " Universo " e se um dia este Pais, foi um pequeno grande Portugal, só terão que agradecer a esses seres implacáveis que são os " Judeus ".
    Flornda Maria Oliveira Correia. | 24.05.2015 | 15.46Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Podem já reservar espaço para o Museu da Democracia e começarem a escrever os nomes dos milhares de vítimas do PSD, CDS e PS. Isso é que é serviço. Inquisição? Judeus? Quem? os que estão em Israel? e deviam estar presos em Haia?
    Hipócritas | 24.05.2015 | 11.12Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE