Magalhães foi apresentado
“Vamos ter o Magalhães em Macau quando encontrarmos os conteúdos correctos para colocar em Macau, porque colocar o computador sem os conteúdos não faz qualquer sentido porque seria desprovido daquilo que é mais importante” no projecto, disse o mesmo responsável.
António Correia explicou que a tecnologia utilizada “é apenas um ingrediente do projecto e conceito Magalhães” e por isso torna-se necessário primeiro “encontrar os conteúdos locais”.
A JP Sá Couto está associada à empresa TeckEd de Macau para a distribuição e comercialização do Magalhães e está agora a encetar contactos com as escolas e serviços de Educação para apresentar o projecto que será desenvolvido conforme o interesse manifestado pelos responsáveis.
Na apresentação do projecto aos responsáveis das escolas, António Correia salientou a configuração base do computador que vem equipado com “software para controlo de sala de aulas, controlo parental onde o pai pode controlar onde o filho está na Internet, a que horas pode estar no computador, que software pode utilizar na máquina”, produtos que “fará sentido ter aqui em Macau”.
António Correia salientou também o design apropriado para crianças e a resistência a salpicos de água e ao choque, deixando mesmo cair o Magalhães para provar que continua a funcionar.
Quanto ao preço de venda do computador, António Correia afasta, para já, a fixação de um número mas aos preços praticados para as duas versões em Portugal - 285 e 329 euros – recorda ser necessário retirar o IVA.
Apesar de ter disponível o teclado chinês, António Correia não o utilizou porque, disse, é complicado para um português utilizar o teclado chinês.
Sobre os erros detectados nos programas associados ao Magalhães, António Correia descarta responsabilidades da JP Sá Couto já que a Caixa Mágica foi preparada pela Linux.
“Não temos qualquer responsabilidade sobre os conteúdos e só colocamos na máquina aquilo que o Ministério da Educação nos manda pôr”, disse.
Em declarações anteriores à agência Lusa, Pedro Lobo, responsável da TeckEd, explicou que a parceria para o mercado chinês abrange as Regiões Administrativas de Macau Macau e Hong Kong e a República Popular da China, excluindo a Escola Portuguesa uma vez que o processo está a ser liderado pelo Ministério da Educação depois do Governo português ter alargado a Macau o programa Magalhães.







2 comentários
Gosto de a ouvir dizer mal do Magalhães à medida que ele se afirma como um projecto de sucesso...