Ao volante

BMW X1 cresce sem perder dinâmica

05 | 02 | 2016   18.47H

A nova geração do BMW X1 aproximou-o do X3, com mais espaço mas a agilidade de sempre. Fomos pô-lo à prova.

João Tomé | jtome@destak.pt

Chama-se X1 e é um SUV compacto que nasceu em 2009 e tem agora a sua 2ª geração após um sucesso considerável como SUV da BMW_mais acessível. A grande novidade é a plataforma UKL, de tração dianteira (também há tração integral), a mesma utilizada nos recente Série 2 Active Tourer e Mini. Há quem diga que a BMW tem de ter tração traseira mas num SUV não se sentem grandes diferenças. O novo X1 tem um capot mais pequeno de forma a aproveitar melhor o espaço e cresceu em altura (mais de 5cm) o que aumentou o espaço interior e a bagageira, com ótimos 505 litros.

O melhor no novo X1 é manter-se fiel à tradição de diversão pela qual a BMW_é conhecida. Se o exterior é moderno mas sóbrio e o interior mantém-se na linha do melhor que a BMW faz, o comportamento em curvas e fora delas, a direção precisa q.b., agilidade e a dinâmica excelentes dão confiança mesmo fora de estrada (passa por obstáculos ligeiros com grande facilidade) e prazer na condução, mesmo viajando num posição de condução elevada.

Com o excelente motor sDrive 18d 2.0 de 150 cv temos boas respostas (atinge os 100 km/h em 9,4 segundos) e consumos razoáveis – são prometidos 4,1l/100 km mas rodámos com médias de 6l/100 km.

A versão que testámos vinha com caixa automática de 8 velocidades (com trasições suaves) e patilhas no volante. O preço desta versão é de 41 mil euros mas com o motor de três cilindros desce para os 34 mil.

Foto: DR
BMW X1 cresce sem perder dinâmica | © DR
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