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Oito cientistas portugueses recebem bolsas da UE no valor de 16 ME

12 | 02 | 2016   11.51H

Oito cientistas portugueses estão entre os 302 vencedores do concurso de bolsas de consolidação de 2015, no âmbito do programa europeu de investigação e inovação Horizonte 2020, e vão receber cerca de 16 milhões de euros.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Destinadas a cientistas a meio da carreira, as bolsas contabilizam um total de 585 milhões de euros, com as bolsas individuais a poderem chegar aos dois milhões de euros, segundo a informação da Comissão Europeia.

As bolsas visam permitir aos cientistas "consolidar as suas equipas de investigação e desenvolver as suas ideias inovadoras".

Carlos Moedas, Comissário europeu responsável pela Investigação, Ciência e Inovação, afirmou: «Ao abrigo do programa Horizonte 2020, o CEI financia o trabalho de algumas das mentes mais brilhantes em termos de investigação de fronteira; pessoas cujas invenções podem dar origem a novas indústrias e novos mercados e que contribuem para o bem-estar do planeta».

Deste grupo de cientistas constam oito nomes de portugueses contemplados pela bolsa de consolidação do CEI, num montante total que ronda os 16 milhões de euros. Nuno Maulide (projeto VINCAT), Jorge Fernandes (EPIFISH), Mónica Bettencourt-Dias (CentrioleBirthDeath), Helder Maiato (CODECHECK), Gonçalo Castelo-Branco (EPIScOPE), Pedro Carneiro (SKILLPOV), Marina Costa Lobo (MAPLE) e Ricardo Reis (INFL) são os beneficiários portugueses que terão agora a possibilidade de desenvolver as suas inovações. 

Os projetos que concretizam as ideias inovadoras destes investigadores abrangem domínios como a saúde, genética, física, biologia celular, mas também as novas perspetivas sobre a inflação e a influência da crise da zona euro na politização da Europa, entre outros.

As bolsas do CEI destinam-se a investigadores de topo de qualquer nacionalidade baseados na Europa ou que aqui se pretendam instalar. Este ano, os beneficiários incluem investigadores de 34 nacionalidades diferentes. O maior número de subvenções foi atribuído a cientistas da Alemanha (48), do Reino Unido (32), de França (30) e da Itália. Todos os beneficiários conduzirão os seus trabalhos de investigação em instituições de acolhimento sediadas na UE ou em países associados.

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