Estudo

Risco de microcefalia associada ao vírus é superior a 14% no Brasil

18 | 03 | 2016   06.37H

Investigadores da Universidade de Tóquio afirmam que contrair a infeção pelo vírus do Zika na fase inicial da gravidez poderia aumentar o risco de o feto desenvolver microcefalia até mais de 14% no Brasil.

Isto significa que uma em cada sete grávidas do país sul-americano correria o risco de transmitir ao bebé microcefalia associada à infeção, segundo a investigação, liderada pelo professor Hiroshi Nishiura e citada hoje pela estação pública NHK.

A microcefalia, uma condição associada à redução do tamanho do crânio e do cérebro, afeta normalmente dois em cada 10.000 recém-nascidos na Europa e Brasil, segundo revelou um estudo publicado esta semana pela revista britânica The Lancet.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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