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Alerta

Tráfico sexual castiga mulheres

27 | 03 | 2016   15.06H

A maioria das vítimas de tráfico para fins sexuais é do sexo feminino, o que exige apoios específicos, alerta estudo.

Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

A esmagadora maioria das vítimas de tráfico para fins sexuais é do sexo feminino. A percentagem chega aos 96%, revela um estudo realizado por um grupo de investigadores da Universidade de Lancaster, no reino Unido, apoiado pela Comissão Europeia. Quanto aos homens, representam a maioria das vítimas de trabalhos forçados (74%).

O que significa que o apoio dado a estas vítimas tem que ser diferente, até porque, confirma o relatório, os efeitos de longo prazo resultantes da exploração sexual são também eles diferentes, incluindo infeções (até pelo vírus da sida) e ferimentos que por vezes nunca se transformam em cicatriz.

Sylvia Walby, professora de sociologia e presidente do grupo de investigação de género da UNESCO, uma das autoras do documento, deixa conselhos para as forças de autoridades que lidam com estas situações.

«É preciso que tenham uma linguagem, políticas e práticas específicas para cada género». E embora o tráfico deve ser entendido como uma violação dos direitos fundamentais, «o quadro dos direitos fundamentais deve dar mais espaço para o reconhecimento da especificidade das experiências das mulheres».

Foto: 123RF
Tráfico sexual castiga mulheres | © 123RF

2 comentários

  • E pensavam o quê...?! Infelizmente mas há muito irresponsáveis que tomam coisas tipo Penirium e depois dá nisto... andam sempe com vontade. Quando há procura há também oferta
    Cris | 30.06.2016 | 17.56Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Esta Sylvia deve ser lorpa ou está a chamar burros a todos os outros!--------------------Por acaso já investigas-te aí na UNESCO, quantos CHULOS e traficantes de mulheres há? Forças de AUTORIDADE!!!!!!!!!!! Olha, ó Sylvia: aqui neste quintal é nas policias e nos políticos onde se encontra a maior escória.
    sem nome | 27.03.2016 | 18.33Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
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