Entrevista

The Temper Trap quase a chegar ao Super Bock com novo disco

12 | 07 | 2016   14.10H

 A dois dias de atuarem no Super Bock, o Destak publica a entrevista da banda australiana. O vocalista Dougy Mandagi desvendou mais pormenores sobre o novo disco" Thick as Thieves" e sobre o concerto, na capital portuguesa. Com o terceiro álbum na bagagem, o - agora - quarteto já vendeu mais de um milhão de álbuns, e regressa pela terceira vez a Portugal.

Filipa Estrela | festrela@destak.pt

Consegue dar um cheirinho deste novo álbum a quem ainda não tenha tido oportunidade de ouvir?
É um disco com mais guitarras, e é uma boa mistura do primeiro e do segundo álbum. Digamos que é o melhor do primeiro e do segundo disco condensado num só.

E que diferenças há entre esses dois álbuns e este novo?
Por ser uma combinação dos dois álbuns, talvez tenha mais semelhanças do que diferenças.

Mas por ser um álbum novo, quais são os aspetos novos?
Há menos instrumentação, porque agora somos apenas quatro e há menos pessoas a tocar instrumentos. Mas não é nada completamente diferente que as pessoas não tenham ainda ouvido antes de Temper Trap.

Uma grande diferença entre este álbum e os anteriores é o facto de ser a primeira vez que trabalham com pessoas fora da banda. Como foi essa experiência?
Isso foi uma coisa diferente que fizemos de facto. Foi uma coisa boa que fizemos. Foi bom termos feito uma coisa diferente. Depois de termos feito dois álbuns exatamente da mesma forma, às vezes é preciso pôr-se fora da zona de conforto e tentar novas coisas para manter tudo interessante. Aprendemos imenso, conhecemos imensas pessoas interessantes, viajámos e escrevemos imenso. Mantivemos o processo de fazer um disco vibrante e interessante.

Como foi esse processo criativo a escrever e fazer as novas canções?
Às vezes eu apareço com uma ideia e outros membros da banda acrescentam coisas. Outras vezes não é assim. Por exemplo, Tombstone foi uma canção que o Jonny (o baixista Jonathon Aherne) compôs totalmente sozinho. Outras vezes, estou numa sessão de composição com outro compositor de fora e escrevemos uma canção juntos. Por isso não há uma regra para compor, tentamos várias combinações.

Tem alguma canção que possa dizer que seja a sua favorita?
A última canção do álbum Ordinary World.

Porque escolheram Thick as Thieves para nome do álbum?
Thick as Thieves é o nome da música de abertura do disco, e quando estávamos a pensar que nome daríamos ao álbum, o nosso baterista Toby sugeriu o nome dessa música, porque gostava de como soava. Mais tarde, também achámos também que nos representa como banda. Depois de termos perdido um membro e de termos passado por todo o tipo de coisas em três ou quatro anos a compor este álbum, ficámos mais próximos uns dos outros. Achamos que Thick as Thieves representa-nos como banda.

Concerto e fãs
O que podemos esperar do concerto no Super Bock?
Podem sempre esperar um concerto energético. Tenho a certeza que quem nos viu pode dizer que quando tocamos ao vivo é completamente diferente. Ao ouvir o disco pode-se ficar com uma ideia do que somos, mas ouvir-nos ao vivo vai surpreender. Vamos tocar músicas antigas e novas.

Tem alguma opinião sobre o público português?
Já fomos a Portugal três vezes e é sem dúvida um dos países onde adoramos ir. O vosso público é muito apaixonado.

Saiba mais sobre:
Foto: DR
The Temper Trap quase a chegar ao Super Bock com novo disco | © DR

1 comentário

  • Fretezinho.... a abrir a perna sempre que possivel!
    Vinho tinto | 13.07.2016 | 10.39Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE