Estreia

A Beatlemania como nunca a vimos em documentário de Ron Howard

15 | 09 | 2016   19.00H

Ron Howard leva-nos aos bastidores dos Beatles nos anos 60 com imagens inéditas em ‘The Beatles: Eight Days a Week’.

João Tomé | jtome@destak.pt

Nos anos 1960 despontaram várias bandas e artistas que mudaram a face da música moderna. Mas houve uma que conseguiu não só influenciar artistas vindouros como criar uma ‘febre’ mundial nunca antes vista até ali, nem sequer com Elvis: The Beatles.

O veterano realizador norte-americano Ron Howard, com um apoio sem precedentes de familiares, amigos e dos membros vivos da banda, mostra-nos imagens raras e inéditas e de uma nitidez impressionante da evolução dos Beatles desde 1962, quando chamaram a atenção de Brian Epstein, até ao sucesso sem paralelo e de histeria das duas loucas tournés nos EUA.

Sentimo-nos a viajar no tempo e a viver com os quatro de Liverpool a euforia em torno deles, que passa também pelo Japão e pela Austrália, mas também a sua evolução musical em estúdio e os seus dilemas.

Entre as imagens de bastidores da época da Beatlemania, há depoimentos atuais e antigos da banda, especialmente de Paul McCartney e Ringo Starr, e de músicos como Elvis Costello, Eddie Izzard ou de atrizes como Woopi Goldberg ou Sigourney Weaver, ambas fizeram parte das jovens eufóricas nos concertos dos Beatles dos anos 60 nos EUA.

Com o documentário de Howard ficamos a perceber a união incrível entre a banda, que os fez resistir a um mediatismo sem precedentes e como, no meio do furacão da fama e dos concertos, compuseram em dois anos centenas de canções icónicas.

Também assistimos com a proximidade que só o cinema permite (em imagens recuperadas digitalmente) à complicidade entre os quatro e, por exemplo, ao humor irónico e peculiar de John Lennon, que a certa altura se torna incompreendido/odiado nos EUA, pela polémica entrevista onde se compara a Jesus.

Entre momentos especiais nos bastidores das tournés, nas divertidas sessões de gravações e nos depoimentos tocantes e surpreendentes, ficamos a conhecer melhor a maior banda do século XX.

TAMBÉM ESTREIA:

‘O Bebé de Bridget Jones’

A inglesa desbocada, trapalhona, divertida e normalmente em busca do amor está de volta Bridget Jones está de volta ao cinema. Após 15 anos do 1º filme, inspirado nas crónicas de Helen Fielding, a realizadora Sharon Maguire volta a leme do 3º filme – a sequela é de 2004 – com Renée Zellwegger a interpretar uma Bridget com 43 anos e novamente solteira mas decidida a se independente, investir na carreira e ser feliz.

Tudo muda quando descobre que está grávida e o pai ou é Mark Darcy (Colin Firth) ou o americano Jack Qwant (Patrick Dempsey, uma estreia na saga). Jim Broadbent e Emma Thompson (que assina o guião) também participam.

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Foto: DR
A Beatlemania como nunca a vimos em documentário de Ron Howard | © DR

1 comentário

  • Pôr mais 50 anos irão existir sempre documentário que nunca vimos, maquina de fazer dinheiro!
    Cliente | 15.09.2016 | 23.18Hdenunciar comentário
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