Livro e guia

Impressões sobre o azulejo na capital

26 | 09 | 2016   11.38H

Eles estão em igrejas e conventos, palácios e moradias, em lojas, mercados, fábricas e estações de comboio, numa grande variedade de edifícios públicos e alguns privados. Na capital, estão em toda a parte e têm no Museu do Azulejo, em Xabregas, a sua maior “catedral”. Agora, já é possível ter consigo, na mala ou em sua casa, parte desta riqueza nacional pois que numa aposta da editora Zest chega às bancas a obra Azulejo em Lisboa. Trata-se de um álbum fotográfico que evoca desde «o azulejo aplicado em palácios e igrejas dos séculos XVI e XVII até aos mais importantes artistas da atualidade, passando pelo belíssimo azulejo de fachada e publicitário».

Também fruto da parceria entre a editora e a equipa de especialistas do PISAL (Programa de Investigação e Salvaguarda do Azulejo de Lisboa ) e da Direção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, vê a luz do dia um livro de percursos por aquela que é conhecida como “a capital mundial do azulejo”. Baixa/Chiado, BairroAlto e Parque das Nações são as três propostas de percursos pedestres impressas, numa tentativa de fazer representar tanto «a cidade antiga e obviamente patrimonial como a nova cidade», explicou Teresa Bispo, coordenadora do projeto no lançamento oficial realizado no Museu da Cidade e ao qual o Destak não faltou.

A obra “2em1”, «que não tendo um cariz académico, tem uma preocupação de rigor», demorou mais de um ano a produzir e resulta de um trabalho colectivo de designers, fotógrafos, investigadores, historiadores, amantes do tema. «Ao menos ficou exactamente como queríamos», confessa—nos Nuno Seabra Lopes, um dos três mentores da Zest. O sucesso As 50 Melhores Tascas de Lisboa e Street Art Lisbon são outras das edições desta etiqueta inteiramente dedicadas à nossa capital.

Vera Valadas Ferreira | vferreira@destak.pt
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Foto: DR
Impressões sobre o azulejo na capital | © DR
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