21 de outubro

Falámos com os D.A.M.A sobre o concerto na Meo Arena

11 | 10 | 2016   12.49H

A dez dias do concerto na Meo Arena, o Destak publica uma entrevista que antecipa aquele que será um dos grandes momentos da carreira do trio, composto por Francisco M. Pereira (Kasha), Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho. Centenas de concertos depois, os D.A.M.A chegam no dia 21 de outubro à Meo Arena e trazem Gabriel O Pensador.

Filipa Estrela | festrela@destak.pt

O que tem este concerto na Meo Arena de especial? Vai ser o culminar de três anos de estrada muito intensos com quase 400 concertos e dois álbuns. Quisemos juntar a família toda e vamos dar um espetáculo único que só quem for à Meo Arena, no dia 21 de outubro é que vai ver, pois nunca o iremos repetir.

Para esse concerto no dia 21 de outubro prepararam 21 temas. Foi fácil chegarem a acordo no alinhamento? Não é fácil porque, por nós cantávamos 40 temas e tínhamos um concerto de quatro horas.

O que podemos esperar deste concerto? Acima de tudo um concerto único. Um espetáculo completamente novo, com músicas novas, músicas antigas que já não tocámos na tour deste ano, convidados especiais e surpresas.

Gabriel O Pensador só vai subir ao palco para uma música? O Gabriel vai cantar connosco o Não Faço Questão. Se vai voltar a subir a palco ou não, venham descobrir no dia 21!

Qual é a história por detrás deste novo single Era Eu? O Era Eu é uma música que inicialmente o Francisco tinha começado a escrever para outra pessoa, mas depois acabou por ficar para os D.A.M.A. É uma música especial para nós, e que fala de um sentimento que as pessoas têm uma pela outra que, apesar de não estarem juntas, é um sentimento inabalável.

Esta música já representa um pouco do que vem aí no terceiro álbum? Esta música é o primeiro passo para uma nova sonoridade. Estamos sempre a compor, temos mais de dez músicas novas. Achamos importante estar sempre a criar repertório e compor é uma coisa que nos dá imenso prazer.

Que diferenças e semelhanças encontram de uns álbuns para os outros? Acima de tudo nota-se uma maior maturidade quer lírica quer instrumental. Tentamos sempre reinventar a nossa sonoridade, mas sem perder a nossa identidade.

Escrevem para alguém em concreto às vezes ou é sempre em abstrato? Nós contamos histórias, ou nossas ou de pessoas próximas de nós. Para sentir o que escrevemos temos de falar de sentimentos e experiências já vividas. Traz outra verdade à nossa interpretação. Se a música nos diz alguma coisa, vamos cantá-la com mais sentimento e isso é algo que as pessoas percebem logo.

Como é trabalharem juntos? Somos amigos de infância e além da química pessoal forte, temos uma química musical incrível, o que torna o processo fácil. Claro que às vezes discordamos, mas o debate é bom e como somos três nunca estamos empatados.

D.A.M.A é a sigla para Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo. Que mentes querem aclarar?
Acima de tudo o que queremos é agradecer a todas as pessoas que nos têm apoiado, a nós e à música portuguesa. Achamos que finalmente as pessoas, cada vez mais, consomem, mas acima de tudo, sentem a música portuguesa.

De que forma é que a MTV vos ajudou? A MTV é uma marca fortíssima e fazer parte dessa família e é um orgulho para nós.

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