Carris

Se não validar o bilhete, vai apitar

14 | 11 | 2016   14.15H
Todos os meses, a Carris perde cerca de um milhão de euros de receita devido à falta de validação ou de aquisição de bilhetes de transporte.
Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt
Com o objetivo de inverter este tipo de fraude, que apresenta uma taxa média de 15%, a empresa irá testar a partir de amanhã, em quatro autocarros da carreira 711, um sistema piloto de dissuasão através de um equipamento eletrónico, denominado TicketCheck. Este sistema com origem na área de I&D Universitária consiste num conjunto de câmaras de infravermelhos ligadas a um software que, se o utilizador não validar o bilhete, aciona «um painel de luzes vermelhas com leds e um sinal sonoro que diz “valide o seu título, por favor”». «É uma tentativa positivade atuar de forma preventiva e não punitiva como se fazia até agora através dos fiscais», refere ao Destak o administrador da Carris com as áreas comercial e operacional, Luís Barroso. Os testes a este equipamento vão decorrer durante cerca de três meses, período após o qual será avaliada a sua performance e papel de dissuasão da fraude. A expetativa é «positiva» e o responsável acredita que o investimento será«substancialmente inferior à fraude».
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Se não validar o bilhete, vai apitar | © dr

14 comentários

  • E a merda do editor deste pasquim, quando os textos não lhe interessa e não publica ou manda não publicar devia, apitar nos cornos dele, desse filho da pi
    UM GAJO CHEIO DE AZIA E COM VONTADE DE MANDAR À M@RDA O EDITOR | 24.11.2016 | 02.43Hver comentário denunciado
  • Ora vamos lá ver ! Na pita ou no pito ? Há quem goste de levar nos dois. Daí o resultado de muita boa gente apitar pró lado.......!!!!!
    NAPITA | 20.11.2016 | 20.27Hver comentário denunciado
  • O normal é que toda a gente pague os reformados conforme o que rebebem é assim en todos a CE menos na Estonia os Habitantes de Tallin nao pagam os transportes na cidade mas sâo obrigados a ter um cartâo para validarem a cada vez que entram nas carreiras, ou nos eléctricos
    politiqueiro | 20.11.2016 | 14.01Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • O que eu quero dizer,no meu comentário ENTENDEU?,é que a CARRIS deseja que todos,sem excepção,sejam referenciados à entrada nos transportes.
    ENTENDEU? | 18.11.2016 | 15.44Hver comentário denunciado
  • Efectivamente voltamos ao tempo do Estado Novo, voltou a este País a CENSURA, através deste PASQUIM, que se chama DESTAK. Há leitores que escrevem e o editor está-se cagando, para o trabalho sério de alguns leitores que são vetados os seus textos. O jornal só está disponível para três ou quatro leitores, que são sempre os mesmos, parece que tiraram passe social tipo CARRIS e aparecem sempre, e têm já o seu espaço reservado, como tal ao editor que selecciona os textos mando-o estrumar o quintal, caso não tenha quintal, vá estrumar a cozinha, caso não tenha cozinha, vá cagar à sanita.
    ALFREDO ANTÓNIO | 18.11.2016 | 01.55Hver comentário denunciado
  • Diz o "ENTENDEU?" que: "Ninguem tem culpa que ANÓNIMO seja lento a compreender. BILHETE, é tudo o que representa a IMPORTÂNCIA que pagàmos." ??? Ora aí está: pagámos... se pagámos tem que estar válido imediatamente, se não estamos a pagar algo sem validade, ou não? Sou o ANÓNIMO lento a compreender. Mas se estamos a falar de bilhete pago para determinado percurso e até determinada parada onde termina a 'validade' do bilhete, o passageiro tem que sair do transporte mas não o faz, aí sim, entendo, que não tem bilhete válido para continuar a viagem. Pergunto: é aí que o software aciona «o painel de luzes vermelhas com leds e um sinal sonoro que diz “valide o seu título, por favor”»? O melhor é que o software seja mais sofisticado a ponto de pôr fora do transporte o passageiro transgressor... Eh Eh digo eu...
    Anónimo | 17.11.2016 | 21.21Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Os CENSORES FASCISTAS aqui do Destak cortam comentários que não lhes interessam? Voltámos ao salazarismo merdoso do Estado Novo ó seus caras de k@r@lho?
    vaoprok@r@lho | 17.11.2016 | 11.51Hver comentário denunciado
  • Como falar em fiscais??? Onde andam eles? Entao nada muda! Os actuais obliteradores já emitem um som diferente e uma luz vermelha, e os passageiros, em falta, seguem como se nada fosse. Agora "tudo apita" e???? o faltoso pode sentar-se comodamente??!! E quem já paga, continuará a pagar também por esses que andam à borla!
    Helena Morais | 15.11.2016 | 20.52Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Não tem inconveniente desde que isso não implique multa imediata
    mrsrosa55 | 15.11.2016 | 08.32Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • 14.11.2016 | 23.46Hcomentário reprovado
  • 14.11.2016 | 23.41Hcomentário reprovado
  • 14.11.2016 | 22.49Hcomentário reprovado
  • Ninguem tem culpa que ANÓNIMO seja lento a compreender.BILHETE, é tudo o que representa a IMPORTÂNCIA que pagàmos.
    ENTENDEU? | 14.11.2016 | 22.15Hdenunciar comentário
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  • Quem é que me explica isto como se eu fosse uma criança de quatro anos? Então, o utilizador adquire (compra=pagou) um bilhete que não está válido para viajar no transporte público? É que eu não percebo qual a diferença entre bilhetes, títulos de viagem, assinaturas de linha, cartões pré-pagos, bilhetes pré-comprados, passes mensais, passes sociais e outras coisas mais que se referem aos transportes. No caso referido, não percebo de que bilhete se trata.
    Anónimo | 14.11.2016 | 21.32Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
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