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Base de dados de perfis de ADN conseguiu 8.139 amostras em quase sete anos

11 | 01 | 2017   17.55H

A base de dados de perfis de ADN para fins de investigação criminal e identificação civil inseriu 8.139 amostras em quase sete anos, sendo a maioria de condenados, segundo o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses.

A base de dados de perfis de ADN, que permite o seu cruzamento rápido com amostras recolhidas nos locais dos crimes, entrou em funcionamento em fevereiro de 2010 e em quase sete anos inseriu 8.139 amostras, das quais 5.820 são de condenados (71 por cento).

Os números constam na página na internet do Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN e dizem respeito aos perfis inseridos desde o início do seu funcionamento até 31 de dezembro de 2016.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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