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Sindicato da Construção saúda "abertura" do patronato para renegociar contrato coletivo

13 | 01 | 2017   16.26H

O Sindicato da Construção de Portugal congratulou-se hoje com a "abertura" manifestada pelas associações patronais para renegociar o Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) do setor, que diz estar "inadequado" face ao aumento do salário mínimo nacional (SMN).

Segundo explicou o presidente do sindicato após uma reunião com os presidentes das associações dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e das Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS), em causa está o facto de a subida do SMN para os 557 euros anular as diferenças salariais entre operários qualificados de 1.ª, de 2.ª e não qualificados, cujos ordenados passam a ficar todos equiparados nesse valor.

"Não é estimulante que um trabalhador operário qualificado ganhe tanto como aquele que não tem qualificação nenhuma e as associações foram sensíveis", afirmou Albano Ribeiro, admitindo que se tal não acontecesse haveria "greve empresa a empresa" ou "no setor em geral".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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