14ª edição de KINO

Mostra de cinema de língua alemã

17 | 01 | 2017   12.51H

Lisboa, Porto e Coimbra vão receber a 14ª edição da KINO – Mostra de Cinema de Expressão Alemã, que volta a apresentar recentes produções cinematográficas.

Filipa Estrela | festrela@destak.pt

Começa na próxima quinta-feira e prolonga-se até 3 de fevereiro, no Cinema São Jorge e no Goethe-Institut a 14ª edição da KINO – Mostra de Cinema de Expressão Alemã, uma iniciativa que apresenta as mais recentes produções cinematográficas dos países de língua alemã.

Depois de Lisboa, o evento segue para o Porto, onde vai de 26 a 29 de janeiro, no Teatro Municipal Rivoli e no Cinema Passos Manuel. Por fim, chega ao Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, de 1 a 3 de fevereiro.

Em Lisboa, Coimbra e Porto serão exibidas 18 longas-metragens e duas sessões de curtas-metragens. Além de produções alemãs, entre as quais se encontram várias co-produções com outros países, a KINO 2017 conta com três produções austríacas, um filme suíço e uma produção do Luxemburgo. As sessões são apresentadas pelas Embaixadas dos respetivos países.

Na sessão de abertura, a 19 de janeiro, a KINO 2017 apresenta o filme Fukushima, Meu Amor, de Doris Dörrie. A mais recente obra da realizadora alemã, que estará presente na sessão é um filme actual - tendo lugar no centro do acidente na central nuclear em 2011 - mas também intemporal e universal na medida em que aborda a necessidade de partir e dar continuidade à vida.

Na sessão de encerramento, no dia 24 de janeiro, no Cinema São Jorge, em Lisboa, será exibido o filme Stefan Zweig – Adeus, Europa, de Maria Schrader. A realizadora e o co-autor do guião, Jan Schomburg, estarão presentes. À semelhança do filme de abertura, uma produção europeia leva o espetador numa viagem para fora do espaço europeu.

Além dos filmes de ficção e das curtas, a KINO 2017 conta com cinco documentários na secção KINOdoc e três filmes para o público mais jovem na secção Mostra para Escolas.

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Foto: Hanno Lentz
Mostra de cinema de língua alemã | © Hanno Lentz
‘Fukushima, Meu Amor’, de Doris Dörrie é o filme que abre esta edição
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