APAV

Discriminação, um fenómeno quase invisível

05 | 02 | 2017   10.44H

A APAV apoiou, entre 2011 e 2015, 310 vítimas de discriminação. E na maioria dos casos faltou, por opção, a queixa às autoridades. É preciso fazer mais, alerta.

Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

Raça, cor, orientação sexual, origem étnica. Pode ser diferente o que motiva os atos de discriminação, capazes de se tornarem crime de ódio quando das palavras se passa à violência efetiva. Casos que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) conhece bem. Contas feitas, entre 2011 e 2015 a APAV deu apoio a 310 vítimas de discriminação, num conjunto de processos dos quais 24% configuravam crimes de discriminação.

Crimes que ficam sem castigo por falta de queixa. Ao todo, a maioria das vítimas (61,5%) admitiu não ter apresentado uma queixa às autoridades. Situação que, avança a associação na sua mais recente análise dos dados, é sintomática de um problema. Tendo em conta que, em igual período, se registaram apenas 22 casos reportados às autoridades referentes a crimes contra a identidade cultural e integridade pessoal, «conclui-se acerca da invisibilidade do fenómeno e da necessidade de um trabalho concertado entre as diferentes entidades envolvidas no apoio a vítimas», para que seja maior a sensibilização e maior também «a qualidade do apoio prestado».

O relatório da APAV mostra ainda que, nos 118 casos com a informação disponível, 28% das vítimas tinham entre 35 e 44 anos, às quais se juntavam 21,2% na faixa etária dos 45 aos 54 anos, sendo uma parte significativa (31.2%) do total respeitante a jovens adultos (18-34 anos). E com exceção do ano de 2015, o número de processos de vítimas do sexo feminino (53,4%) foi igual ou superior ao número de processos de vítimas do sexo masculino (46.4%).

Quanto à nacionalidade, cerca de 62% das vítimas de discriminação apresentaram uma nacionalidade que não a portuguesa.

20 comentários

  • CONELHO NÃO SERVIU PARA NADA.
    UMA BORRADA | 08.02.2017 | 14.46Hdenunciar comentário
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  • Esta merd@ nem para limpar o olho do cu serve!
    vaoprok@r@lho | 07.02.2017 | 19.27Hdenunciar comentário
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  • VÃO CENSURAR O K@R@LHO!
    vaoprok@r@lho | 07.02.2017 | 19.20Hdenunciar comentário
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  • ------------COELHO E POSTAS FASCISTAS QUE DISCRIMINARAM OS TRABALHADORES , PENSIONISTAS E APOSENTADOS-------------------25 DE ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS-------------------------- Com base numa investigação extensa e detalhada que abarca sete países europeus onde o fascismo foi, a determinada altura, a ideologia política dominante – Portugal, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Roménia e Espanha -, falta a obra que estude o fenómeno nas suas várias vertentes ideológica, política e sociológica e apresente uma teoria do fascismo. Embora existam no nosso país reputados estudiosos do tema, o fascismo em Portugal desde 2011 a 2015 foi essencialmente um produto das condições que resultaram da eleição de Passos/Portas, e que dificilmente esse tipo de fascismo se manifestará na mesma forma, há elementos ideológicos da sua caracterização que têm vindo a ressurgir em diferentes partes do globo. Falta ainda escrever a obra, ou ensaio introdutório, sobre a especificidade da questão portuguesa, designadamente no período de governo fascista Coelho/Portas desde 2011 a outubro de 2015, altura em que foi derrubado mais um Governo fascista nascido de dois ideólogos e da sua politica porca e desumana que conduziu a milhares de falências, aumento do desemprego, quase aniquilou o serviço de saúde, a educação, os transportes, o ensino público. Com frequentes chumbos do Tribunal Constitucional, retirando direitos aos trabalhadores em proveito do grande capital, penhoras frequentes que em alguns casos conduziram a suicídios, fruto das suas politicas porcas e fascizantes.
    RIC | 07.02.2017 | 16.01Hdenunciar comentário
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  • Coitadinhos, são discrimanadinhos, que peninha...
    cambada de chorões | 07.02.2017 | 10.33Hdenunciar comentário
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  • 06.02.2017 | 09.10Hcomentário reprovado
  • Estamos muito alegres , Jesus está aqui / sentimos muito amor , sentimos união / sentimos que Jesus está aqui no nosso meio / por isso temos paz no coração / esta alegria não vai mais saír, não vai mais , não / esta alegria não vai mais saírr/ de dentro do meu coração
    Inês | 05.02.2017 | 14.50Hver comentário denunciado
  • Luz e paz em Cristo confiando / Luz e paz em Jesus Cristo achei / de novo fui nascido e agora convertido / por seu amor vencido / alegre viverei
    Inês | 05.02.2017 | 14.47Hver comentário denunciado
  • I Crónicas 16: 25- Porque grande é o Senhor, e muito para louvar,e mais tremendo do que todos os deuses.
    Inês | 05.02.2017 | 14.44Hver comentário denunciado
  • Crónicas 16: 22- Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.
    Inês | 05.02.2017 | 14.41Hver comentário denunciado
  • João 15: 14- Vós sereis meus amigos , se fizerdes o que eu vos mando.
    Inês | 05.02.2017 | 14.33Hver comentário denunciado
  • João 15: 12- O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
    Inês | 05.02.2017 | 14.32Hver comentário denunciado
  • João 3: 16- Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna
    Inês | 05.02.2017 | 14.29Hver comentário denunciado
  • João 3: 15- Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
    Inês | 05.02.2017 | 14.27Hver comentário denunciado
  • 05.02.2017 | 14.25Hcomentário reprovado
  • 05.02.2017 | 14.25Hcomentário reprovado
  • Ó psicóloga e se tu te tratasses da tua doença dos nervos? A uns dá para a depressão, a outros dá para salmar desalmadamente... Cura-te pá! Monta um estaminé e põe-te a pregar às moscas!
    vaitephoder | 05.02.2017 | 13.41Hdenunciar comentário
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  • 05.02.2017 | 13.17Hcomentário reprovado
  • Estas pessoas que sofrem doentes dos nervos não podem ser contrariadas., são pessimistas, maldizentes.
    Inês | 05.02.2017 | 13.17H
  • A violência doméstica é doença dos nervos, não se tratam estas doenças numa cadeia , mas sim numa unidade hospitalar.
    Inês | 05.02.2017 | 13.14H
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