festival Às Vezes o Amor

Deixem o Pimba em Paz é um dos projetos que sobe ao palco

07 | 02 | 2017   10.32H

Juntos, Manuela Azevedo e Bruno Nogueira dão voz e corpo a Deixem o Pimba em Paz. O projecto é um dos espetaculos do festival Às Vezes o Amor, que se realiza de norte a sul nos dias 11 e 14 de fevereiro. O Destak conversou com Manuela Azevedo.

Filipa Estrela | festrela@destak.pt

Manuela Azevedo e Bruno Nogueira sobem ao Coliseu dos Recreios no dia 14, às 22h e convidam Capicua, António Zambujo e Samuel Úria.

O que pode o público esperar do espectáculo no dia 14 de fevereiro? Uma divertida viagem pela nossa música popular, com direito a convidados especiais e tudo!

Explique um pouco este projecto Deixem o Pimba em paz! A ideia parte do Bruno Nogueira que decidiu reunir um coletivo de músicos que com ele partilhassem o prazer de revisitar, desconstruir e dar novas roupagens a canções do chamado universo “pimba” ou popular.

Tem uma das mais prestigiadas e maiores salas do cartaz. É uma grande responsabilidade atuar no Coliseu? Subir ao palco, a qualquer palco, é sempre uma grande responsabilidade. Mas é certo que o Coliseu dos Recreios tem um carisma especial… Vai ser muito bom regressar a esse palco!

Como é trabalhar com o Bruno Nogueira? É uma alegria e um privilégio! O Bruno é muito talentoso, rigoroso, trabalhador e um generoso companheiro de palco. Mas este projeto não se resume a trabalhar com o Bruno, mas também ao encontro com os outros músicos que formam este quinteto especial - os seus diretores musicais Filipe Melo e Nuno Rafael e o músico extraordinário que é o Nelson Cascais. É enorme o prazer que temos em tocar e trabalhar juntos!

Se estar em palco não é o seu programa ideal par ao dia dos namorados, qual seria? Um dia comprido, sem relógio, com tempo para passear, comer bem, conversar e namorar.

Do programa todo, qual seria o concerto que escolheria para ver no dia 11 ou no dia 14, e porquê? Não fica bem escolher o nosso, não é?… Escolheria o concerto do Jorge Palma, dia 11 de fevereiro, no Teatro Aveirense. Porque tenho saudades de ouvir as suas canções e histórias.

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Festival Às Vezes o Amor
Dia 11 de fevereiro

Rui Veloso | Centro Cultural, Viana do Castelo
Jorge Palma | Teatro Aveirense, Aveiro
Áurea | Cine Teatro Avenida, Castelo Branco
HMB | Teatro Municipal, Vila do Conde
Rita Guerra | Centro Cultural e Social do Olival, Vila Nova de Gaia
Raquel Tavares | Pax Julia, Beja

Dia 14 de fevereiro
Deixem o Pimba em Paz | Coliseu dos Recreios
Amor Electro | Coliseu do Porto
Paulo Gonzo | Centro de Congressos do Arade, Lagoa
Gisela João | Convento de São Francisco, Coimbra
André Sardet | Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
João Pedro Pais | Teatro das Figuras, Faro

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Deixem o Pimba em Paz é um dos projetos que sobe ao palco | © DR

1 comentário

  • --------COELHO E PORTAS FASCISTAS QUE DISCRIMINARAM OS TRABALHADORES , PENSIONISTAS E APOSENTADOS-------------------25 DE ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS-------------------------- Com base numa investigação extensa e detalhada que abarca sete países europeus onde o fascismo foi, a determinada altura, a ideologia política dominante – Portugal, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Roménia e Espanha -, falta a obra que estude o fenómeno nas suas várias vertentes ideológica, política e sociológica e apresente uma teoria do fascismo. Embora existam no nosso país reputados estudiosos do tema, o fascismo em Portugal desde 2011 a 2015 foi essencialmente um produto das condições que resultaram da eleição de Passos/Portas, e que dificilmente esse tipo de fascismo se manifestará na mesma forma, há elementos ideológicos da sua caracterização que têm vindo a ressurgir em diferentes partes do globo. Falta ainda escrever a obra, ou ensaio introdutório, sobre a especificidade da questão portuguesa, designadamente no período de governo fascista Coelho/Portas desde 2011 a outubro de 2015, altura em que foi derrubado mais um Governo fascista nascido de dois ideólogos e da sua politica porca e desumana que conduziu a milhares de falências, aumento do desemprego, quase aniquilou o serviço de saúde, a educação, os transportes, o ensino público. Com frequentes chumbos do Tribunal Constitucional, retirando direitos aos trabalhadores em proveito do grande capital, penhoras frequentes que em alguns casos conduziram a suicídios, fruto das suas politicas porcas e fascizantes.
    RIC | 07.02.2017 | 16.03Hdenunciar comentário
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