PubhD Lisboa

Já conhece o projeto que o coloca a debater teses de doutoramento num bar?

07 | 02 | 2017   15.52H
Já imaginou ir a um bar para ouvir falar sobre uma tese de doutoramento de um tema que lhe interessa ou até de um que nunca imaginou? E até fazer perguntas complicadas e ter respostas por vezes mais simples do que pensava?
Patrícia Susano Ferreira | pferreira@destak.pt

O projeto PubhD Lisboa tem por objetivo descomplicar qualquer tese de doutoramento e ainda ajudar os próprios doutorandos a terem «uma perspetiva diferente sobre a sua investigação através das perguntas e conversa com a assistência».

Esta iniciativa, que nasceu há um ano e meio na capital e que organiza amanhã a 15ª edição no Bar Irreal (Chiado), tem uma dinâmica simples, como explica ao Destak o seu fundador. «Num PubhD há sempre três oradores de áreas de investigação académica totalmente diferentes. Dividimos grosseiramente em ciências, humanidades, engenharias e artes e cada orador tem de ser de uma área diferente entre si.»

Esta é uma oportunidade para os doutorandos «praticarem a comunicação em público» e até para partilharem «as dificuldades, incertezas e métodos de abordagem do problema», acrescenta Sérgio Pereira.

A participação é gratuita e não exige inscrição, mas como a adesão costuma ser elevada, o ideal será ir cedo. Já para quem se quer inscrever como doutorando, basta fazê-lo no site www.pubhdlisboa.wordpress.com.

O próximo PubhdLisboa decorre amanhã das 19h30 às 21h30 e os temas não podiam ser mais atuais: o papel do fracasso na produção artística; a influência do Mediterrâneo nas águas atlânticas; e como a informação que circula na sociedade orienta as nossas decisões.

Projeto chega a outras cidades

Depois do primeiro evento do PubhD Lisboa em outubro de 2015, a ideia chegou ao Minho há um ano, alternado entre Braga e Guimarães; arrancou há seis meses em Évora; e já este ano no Porto. Apesar de cada PubhD ser organizado por pessoas diferentes, Sérgio Pereira esforça-se por divulgar a ideia e confessa que gostava de a ver replicada em breve em cidades como Aveiro, Coimbra e Faro.

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Foto: Sara Freitas
Já conhece o projeto que o coloca a debater teses de doutoramento num bar? | © Sara Freitas

1 comentário

  • --------COELHO E PORTAS FASCISTAS QUE DISCRIMINARAM OS TRABALHADORES , PENSIONISTAS E APOSENTADOS-------------------25 DE ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS-------------------------- Com base numa investigação extensa e detalhada que abarca sete países europeus onde o fascismo foi, a determinada altura, a ideologia política dominante – Portugal, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Roménia e Espanha -, falta a obra que estude o fenómeno nas suas várias vertentes ideológica, política e sociológica e apresente uma teoria do fascismo. Embora existam no nosso país reputados estudiosos do tema, o fascismo em Portugal desde 2011 a 2015 foi essencialmente um produto das condições que resultaram da eleição de Passos/Portas, e que dificilmente esse tipo de fascismo se manifestará na mesma forma, há elementos ideológicos da sua caracterização que têm vindo a ressurgir em diferentes partes do globo. Falta ainda escrever a obra, ou ensaio introdutório, sobre a especificidade da questão portuguesa, designadamente no período de governo fascista Coelho/Portas desde 2011 a outubro de 2015, altura em que foi derrubado mais um Governo fascista nascido de dois ideólogos e da sua politica porca e desumana que conduziu a milhares de falências, aumento do desemprego, quase aniquilou o serviço de saúde, a educação, os transportes, o ensino público. Com frequentes chumbos do Tribunal Constitucional, retirando direitos aos trabalhadores em proveito do grande capital, penhoras frequentes que em alguns casos conduziram a suicídios, fruto das suas politicas porcas e fascizantes.
    RIC | 07.02.2017 | 16.09Hdenunciar comentário
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