PUBLICIDADE
Inquérito

Nota negativa para os tribunais nacionais

19 | 03 | 2017   12.16H

As escolas e universidades são os serviços com melhor classificação dada pelos portugueses, que costumam reclamar quando se sentem mal atendidos.

Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

O que é que os portugueses pensam dos serviços públicos nacionais? Foi isso mesmo que quis saber o Portal da Queixa, com um inquérito feito junto dos cidadãos portugueses, que confirma uma nota geral positiva. De zero a dez, sendo dez a melhor classificação, os entrevistados dão aos serviços públicos nacionais um 5,6. Mas nem todos os serviços saem bem nesta fotografia.

As escolas e universidades, assim como as forças policiais (PSP e GNR), destacam-se como os serviços melhor avaliados, com um valor médio acima de seis. Já os tribunais, a Segurança Social, o Centro Nacional de Pensões e o Instituto do Emprego e Formação Profissional não conseguem chegar à nota cinco (ver infografia).

A análise feita, que contou com a participação de mais de 5.600 utentes do Portal da Queixa, mostra também que os indivíduos com menos de 30 anos são os que melhor avaliam os serviços públicos, isto apesar de nenhum deles dar uma nota igual ou superior a sete.

Depois, há os que chegam mesmo a reclamar. Ao todo, seis em cada dez inquiridos já reclamaram de algum serviço e em média fizeram-nos em dois dos nove serviços avaliados no estudo.

Mais idade, mais queixas

Com o aumento da idade aumenta também o número de reclamações, algo que os homens costumam fazer mais do que as mulheres, revela a mesma fonte. No que diz respeito ao sexo masculino, as queixas incidem sobretudo nas Finanças, PSP e GNR, Instituto de Mobilidade e Transportes e tribunais.

Queixas que são sobretudo feitas presencialmente (seis em cada dez), sendo o email a segunda forma preferida para reclamar de algum serviço. Quanto às respostas, a média de tempos de espera dos serviços públicos anda à volta dos 33 dias, sendo o Centro Nacional de Pensões e os tribunais os serviços que apresentam respostas mais lentas.

Questionados sobre qual o problema dos serviços públicos, três em cada quatro inquiridos acredita que o principal problema é a rapidez de resposta. E quanto mais jovem é o entrevistado, maior foco é colocado neste motivo, com oito em cada dez mulheres a acreditarem no mesmo.

Foto: 123RF
Nota negativa para os tribunais nacionais | © 123RF

4 comentários

  • Ó pessoal, cada um desabafa aquilo porque está a passar e a INÊS pelo cantar deve ter por lá ou já foi para a sucata algum ferro velho e teve o azar de não ter dado baixa e continua a pagar o IMPOSTO de circulação e a merda é que para se dar baixa de uma merda que se não tem é o cabo dos trabalhos, dado que é para se deixar pagar. QUANTO à noticia eu ACHO... ser normal porque se for uma velhinha que meta uma banana no bolso num SUPER, vai a julgamento em 48 horas ou menos e vai para a cadeia e os JORNAIS E TVs vêm com o caso para os noticiários como sendo um crime terrivel e assunto aviado, a velhinha não tem dinheiro para dar a advogados e possivelmente a algum juiz em contrapartida os GRANDES ROUBOS E FALCATRUAS também têm de dar para estes advogados e outros, portanto convém demorarem a vida inteira a ser resolvidos para todos comerem do BOLO.
    otário | 13.08.2019 | 16.20Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • E Satanás disse: vai-te phoder...
    vaitephoder | 20.03.2017 | 12.15Hver comentário denunciado
  • Ó Inés! Bebeste copos de água da torneira... ou da pipa? Onde é que a notícia refere automóveis e circulação? Vai dar uma curva com um par de salmonetas, pá!
    Anónimo | 19.03.2017 | 21.53Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Quanto às finanças não está certo automóveis que não se encontram em circulação, e as pessoas terem de pagar imposto de selo, é um abuso de confiança que fazem às pessoas, se ninguém se queixou , é porque esses automóveis já não existem.
    Inês | 19.03.2017 | 14.17Hver comentário denunciado
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE