Espetáculo

‘ATM - Atelier de Tempos Mortos’ do Chapitô parte em digressão

23 | 03 | 2017   10.48H

Está a aproximar-se o final da temporada de apresentação da nova criação coletiva da Companhia do Chapitô. ATM - Atelier de Tempos Mortos vai estar em cena até 26 de março.

Destak | destak@destak.pt

Agendada para as 22h, essa apresentação vai ser especial, pois será feito com recurso a interpretação em Língua Gestual Portuguesa, de forma a tornar a programação mais acessível à comunidade surda.

Depois de terminar esta temporada, a companhia parte logo para o estrangeiro em digressão, onde têm vários espetáculos até ao final do ano.

Com encenação de Cláudia Nóvoa e José Carlos Garcia e interpretação de Jorge Cruz, Ramón de Los Santos, Susana Nunes e Tiago Viegas, a peça tem por base um texto original do grupo e segue a linha de comédia física, marcadamente visual, que tão bem a caracteriza.

Um lugar, quatro vidas, uma história com, irremediavelmente, um final. É o mote desta criação que retrata o quotidiano de quatro "jovens" na terceira idade num verdadeiro turbilhão de emoções. Comovente, tão depressa trágica como cómica e, as mais das vezes, ambas em simultâneo, “Atelier de Tempos Mortos” estimula à reflexão sobre a sociedade actual e a forma como encaramos e lidamos com o abandono e os “velhos” que todos somos ou seremos. Uma caricatura feita com humor negro e muita ironia, dramas risíveis de uma existência e de um lugar, apesar de tudo, de esperança, onde se trocam pedaços de mundo num espelho onde nos podemos reconhecer nas nossas atitudes.

Saiba mais sobre:
Foto: DR
‘ATM - Atelier de Tempos Mortos’ do Chapitô parte em digressão | © DR
A peça da Companhia Chapitô vai estar em cena até 26 de março
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE