Ymotion

Cinema jovem em Famalicão

09 | 05 | 2017   12.36H

Mário Augusto, Rui Tendinha e Tiago R. Santos são os embaixadores do Ymotion 2017, o Concurso e Mostra de Cinema Jovem, organizado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Destak | destak@destak.pt

Esta terceira edição reúne outros nomes de relevo como Diogo Morgado, Rita Red Shoes e Catarina Miranda, Bernardo Lopes e Ricardo Miranda. Está aberto o período de submissão de curtas-metragens dos novos cineastas.

O período de submissão de curtas-metragens decorre até 30 de setembro, em www.ymotion.org. De resto, ao longo de maio decorre um ciclo formativo e para 25 de novembro está agendada a gala de entrega de prémios.

Mas, em concreto, o que pensam do Ymotion? Mário Augusto, Rui Tendinha e Tiago R. Santos responderam à questão colocada pelos jornalistas. “O facto de o Ymotion privilegiar curtas-metragens de estudantes é um sinal de que está atento ao futuro do cinema português. E o facto, ainda, de incluir iniciativas paralelas, como o ciclo de formação, pode vir a conferir a este festival meritório uma maior atenção das autoridades nacionais”, referiu Mário Augusto.

“O ano passado já estive cúmplice deste projeto que está a projetar Famalicão no mapa do cinema jovem português”, afirmou, por seu lado, Rui Tendinha.

Envolvido desde a primeira hora com o Ymotion, Tiago R. Santos apontou como principais fatores a avaliar pelo júri a qualidade cinematográfica e a qualidade narrativa, revelando o que espera do Ymotion 2017. “As expetativas são altas para esta edição, já que a qualidade das propostas tem vindo a subir. É sempre fantástico ver cinema jovem português, novos realizadores, novos argumentistas, novos atores”.

Mostra revela novo cinema português
O Ymotion volta a apostar na Mostra de Cinema Jovem. Rui Tendinha, jornalista de cinema, crítico e realizador, é o comissário e programador desta edição da mostra a realizar entre 18 e 24 de novembro, na Casa das Artes, para dar a conhecer algum do novo cinema português. “É com enorme honra que vou programar um ciclo onde vou querer mostrar novas curtas-metragens, trazer nomes conhecidos e revelar nomes emergentes”, disse Tendinha, acrescentando que este festival, “ao apostar na produção nacional, está a ser agente de uma evolução do audiovisual para que não volte a aparecer lixo como Jacinta, recentemente estreado nas nossas salas, ou outros exemplos de abordagens televisivas em grande ecrã”.

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