Pedrógão Grande

Incêndio resultou de conjugação "pouco habitual" de fatores e "grande imponderabilidade" - IPMA

19 | 06 | 2017   19.47H

Conjugação "pouco habitual" de fatores meteorológicos adversos e com "grande imponderabilidade" de previsão da localização levou ao incêndio que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

A informação foi prestada hoje em conferência de imprensa, na sede do IPMA, em Lisboa.

Temperatura muito elevada, baixa humidade, ausência de chuva, descargas elétricas associadas a trovoada seca, mudança de direção de vento muito rápida e reduzida água no solo foram os fatores enumerados.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

4 comentários

  • Tenham uma boa noite, meus queridos.
    INÊS | 21.06.2017 | 21.41Hdenunciar comentário
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  • Não se pode questionar o trabalho do governo porque o governo é inquestionável, no fundo a política de terra queimada que se pratica serve para pôr as populações ainda mais dependentes do sistema para que obedeçam sem questionar, por isso é que o português gosta muito da mama da segurança social e não sabe cuidar de si e pagar as suas contas!
    liberdade é também responsabilidade! | 21.06.2017 | 09.07Hdenunciar comentário
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  • Cada vez entendo menos este País! Há relativamente pouco tempo o Secretário de Estado na comunicação disse que estavam preparadissimos, agora aconteceu o que aconteceu. Se analisarmos as coorporações dos bombeiros estão super apetrechadas de vaículos de combate aos incêncdios. Mas o problema é que há 3 corpos que dificilmente se vão conjugar, Proteção Civil, Bombeiros profissionais e voluntários. Quem verga a mola são os bombeiros voluntários e alguns profissionais, porque a Proteção Civil...! Nesta situação que dizer??
    Alvaro | 19.06.2017 | 22.28Hdenunciar comentário
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  • Ah pois, a Assembleia da República tem pára-raios e quaisquer descargas elétricas associadas a trovoada seca não fazem a mínima diferença, pois não? Ah baixa humidade, ausência de chuva e reduzida água no solo... Ah sim? E porque é que, quando o IPMA alerta para "conjugação de fatores meteorológicos adversos" e risco de incêndio, com alertas de várias cores, não é feita a prevenção do ambiente florestal, nomeadamente através dos bombeiros, para 'regar' as zonas de extrema seca? Claro que tem custos a prevenção, mas quando aparece uma catástrofe destas, tem de haver meios humanos e materiais para combater o fogo, penso eu que também acarreta despesa, e, ainda mais com a agravante de perda de vidas e bens materiais da vida das pessoas. Ainda não percebi porque nas florestas não existem pára-raios e 'bocas de incêndio' como existem nas cidades! Porquê? Desvirtua a paisagem? Mas podem existir 'torres éolicas', torres das telecomunicações, e nalguns casos, verdadeiros 'campos de concentração de painéis solares'... porquê? É sempre a mesma coisa: deflagra um incêndio numa serra e os bombeiros são como as formigas incansáveis num vaivém a abastecer os autotanques para apagar o fogo! Se o governo quer, ou melhor, 'quiser' fazer algo (com dinheiros comunitários) nas infraestruturas e na prevenção e combate de incêndios, há que instalar sistemas de irrigação nas florestas. Alguma vez viram um incêndio numa rotunda ou num canteiro de flores de qualquer cidade? Ás vezes quando se passa de carro tem de se fechar a janela senão leva com o jato de água da rotunda... Há que fazer o mesmo nos campos, nos montes e nas serras: pontos de água acessivel aos bombeiros não só em incêndios mas também para prevenção de incêndios em condições meterológicas adversas (ausência de chuva e reduzida água no solo). Bom, já desabafei.
    Anónimo | 19.06.2017 | 22.02Hdenunciar comentário
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