Tancos/Armas

Comandante das Forças Terrestres formaliza pedido de exoneração - Exército

10 | 07 | 2017   20.02H

O tenente-general Faria Menezes formalizou hoje o pedido de exoneração do cargo de comandante das Forças Terrestres e passagem à situação de reserva, anunciou o Exército.

"O Exército informa que o senhor tenente-general Faria Menezes apresentou, na presente data, uma declaração de passagem à situação de reserva e o pedido de exoneração do cargo de comandante das Forças Terrestres", anunciou em comunicado o Exército.

O Exército refere que, "o que respeita ao cargo de comandante das Forças Terrestres" e de acordo com Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas, a exoneração é da competência do ministro da Defesa Nacional, a quem o Chefe de Estado-Maior do Exército apresentou a proposta de exoneração.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

4 comentários

  • Tenham um bom dia, meus queridos.
    INÊS | 11.07.2017 | 06.45Hdenunciar comentário
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  • O Chefe de Estado-Maior fez apenas o que devia fazer e o que era mais indicado para a situação. Para além disso revelou muita coragem por afrontar a organização militar. Alguns elementos ainda tentaram reagir mas desistiram quando constatara que não teriam aceitação entre as restantes chefias militares. mais um momento de crise que este país passou
    zé da burra o alentejano | 10.07.2017 | 22.33Hdenunciar comentário
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  • Não! os responsáveis pelo lamentavel caso do desaparecimento das armas em Tancos não foram nenhuns militares; foram os dirigentes dos partidos políticos (todos eles, os no poder de hoje e de ontem) que não fizeram as rondas em devido tempo ou as fizéram de forma ligeira e demasiado espaçadas no tempo. Depois, o problema terá sido também da vídiovigilância (?) que não funcionava há vários anos. E quando não havia essas modernices, como era? era uma bagunça? Vivemos no país da estupidez por isso tudo pode ser aceite para justificação desde que não moleste os altos quadros militares.. Ainda me lembro do "acidente" da avioneta que vitimou Sá Carneiro e Amaro da Costa, entre outros: ainda hoje se recusa a tese de atentado que até foi comprovada por estudos de especialistas ingleses. Por mim, tal instituição deveria ser simbólica e nunca ter sido profissionalizada. Alguém acredita que se este país se envolver um dia num conflito a sério só os militares profissionais é que se vão envolver em guerra? Não!, aí rapidamente se mudaá a lei de um dia para outro e todos os homens válidos serão chamados a contribuir de novo no esforço militar. E de forma gratuita. Infelizmente, o que falta neste bom povo é capacidade crítica.
    zé da burra o alentejano | 10.07.2017 | 22.19Hdenunciar comentário
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  • Pois pois e venha a reforma dourada!
    Alvaro | 10.07.2017 | 20.15Hdenunciar comentário
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