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Polícias acusados de agirem com ódio racial e crueldade na esquadra de Alfragide

12 | 07 | 2017   13.28H

O Ministério Público considera que 18 polícias da esquadra de Alfragide agiram com ódio racial, de forma desumana, cruel e tiveram prazer em causar sofrimento no caso que envolveu vários jovens da Cova da Moura em 2015.

Segundo a acusação, a que agência Lusa teve acesso, o Ministério Público (MP) defende que os 18 elementos da PSP sabiam que a sua conduta era censurável, proibida e punida por lei e agiram de forma livre, voluntária e consciente contra os seis jovens.

Os 18 elementos da PSP estão acusados por denúncia caluniosa, injúria, ofensa à integridade física e falsidade de testemunho, num caso que remonta a 05 de fevereiro de 2015 e que envolveu agressões a jovens da Cova da Moura na esquadra de Alfragide, concelho da Amadora.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

7 comentários

  • esqueci-me de referir os expectadores de eventos desportivos, onde a polícia frequentemente atua de forma dura e nalguns casos despropositada até.
    zé da burra o alentejano | 19.07.2017 | 11.15Hdenunciar comentário
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  • Então mas não há câmaras de vídeo para esclarecer os factos; ou estão todas avariadas? Mais: se um qualquer grupo, de brancos, de pretos, de verdes, ou de amarelos tentam forçar a entrata num posto policial, os agentes não têm o direito de os deter de qualquer forma (obviamente que com a menor violência possível) nem que seja à bastonada? se assim é porque o fazem quando um grupo de manifestantes ultrapassa as barreiras de proteção frente a um estabelecimento público, Assembleia, ou noutro lugar?
    zé da burra o alentejano | 19.07.2017 | 11.12Hdenunciar comentário
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  • Foram apedrejados e corridos a tiro quando foram à Cova da Moura fazer investigação, depois voltaram e apanharam uns tantos para saberem quem os tinha agredido mas usaram procedimentos não aprovados pelos chefes dos gangues e vai daí os petizes usaram a arma do dia, acusaram os polícias de racistas. Sugiro que os polícias passem acusar os bronzeados de racismo sempre que sejam atacados verbalmente, à pedrada, a tiro e a cuspo!
    Jesus Cristo laico | 18.07.2017 | 23.22Hdenunciar comentário
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  • A minha história é um livro aberto ao "Mundo". Porém essa passagem que marcou a minha vida em Paris Clichy, onde pouco depois acontecera os atentados, está sempre patente na minha memória, resumindo e concluindo, eu apenas quiz lembrar,que nesse momento do roubo, tive a impressão que esses homens de cor, visto que o "segurança" também era de cor, tentaram se vingar do facto de eu ser Portuguesa, Eu tinha almoçado nessa altura no "Castrorama" portanto o " segurança" tinha o dever de verificar no video, quem fora o responsable do roubo, em vez de eu andar de um lado para o outro para apresentar queixa, Como eu já referi tenho um primo de cor e eu mais do que ninguém, nunca dei sinais de ódio nem de racismo para com outras raças, contudo chego à conclusão, que o facto de serem descendentes de "escravos" alguns têm a mania da perseguição e não se pode dizer-lhes nada que pensam logo em se vingar, o branco não é melhor do que o negro mas, aguenta com tudo.graças a Deus. Pelos vistos um dia vão nos incutir a raça negra em todo o "Mundo" como "Hitler" procedera para incutir a raça "Ariana". Enfim coisas da vida.
    Florinda Maria Oliveira Correia | 16.07.2017 | 20.47Hdenunciar comentário
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  • Ó Florinda, não era preciso contar a história desde pequenina. Há de tudo em todo o lado. Não se pode agradar a Gregos e Troianos ao mesmo tempo !
    FLORÊNCIO | 12.07.2017 | 19.43Hdenunciar comentário
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  • Eu não acredito que todos os "pol'icias" agiram com ódio perante esses jovens negros. Esta história está muito mal contada, segundo consta, que a polícia acertou numa mulher que estava numa janela e também numa perna dela. Então, ela estava numa janela ou num balcão? para que o polícia lhe tenha acertado numa perna. Em Paris fui abordada por um "Egipcien" de nome "Tamer" enquanto esperava pelo "Bus" que me traria a Portugal ele dissera que ia a casa e voltava para me fazer companhia, até chegar o " Bus",entretanto vejo um homem de cor que vinha na minha direção, mexendo nas coisas que estavam em saldo no "Castrorama" apenas, pousei a minha moxila no chão, que ela desaparcera, num abrir e fechar de olhos, pedi ajuda ao Segurança de serviço para chamar a polícia e um homem que estava a seu lado de camisa preta, que eu presumo que seja um "pied noir" respondeu pelo segurança dizendo, que ele não tinha nada haver com o roubo, porém o "segurança tinha toda a possibilidade de ver, quem pegou no saco, visto que o saco estava no caminho e no interior do "Castrorama". Depois fui muito bem atendida pelo polícia de serviço, que também era de cor. Enfim, eu não sou racista e tenho um primo de cor da Guné, mas também o que é demais é moléstia. Não me venham dizer que os tais jovens não fizeram nada, para que os polícias agissem de um modo diferente.para com eles. Eu sei que o vício leva as pessoas a serem piores que os animais, mas visto que a "Planeta" Terra está em mutação, as pessoas nem sempre têm a paciência de entenderem os habitos de outras raças e por vezes perdem a paciência, porque cada caso é um caso e as coisas sendo analisadas ao pormenor, logo se verá quem são os maus da fita. Portugal vai ter uma mudança radical ao nível da imigração. Portanto é preciso manter a calma, porque violência gera violência O.K.
    Florinda Maria Oliveira Correia | 12.07.2017 | 15.19Hdenunciar comentário
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  • É aquela situação de: ser preso por não ter cão, ser preso por ter cão. Não é fácil e é preciso muito cuidado quando a comunicação social vive de "show offs"....!!!!!
    SINOPSE | 12.07.2017 | 14.37Hdenunciar comentário
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