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CAP considera salário mínimo de 600 euros "luta partidária alheia à concertação"

22 | 11 | 2017   16.16H

O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Eduardo Sousa, disse hoje discordar do aumento do salário mínimo para os 600 euros, reclamado pela CGTP, considerando a proposta uma "luta partidária alheia à concertação social".

"Essa abordagem do salário mínimo por parte do PCP constitui, na nossa perspetiva, uma luta partidária até alheia à própria concertação social, comentou aos jornalistas, quando lhe foi pedido um comentário à reivindicação da CGTP.

Falando aos jornalistas em Marco de Canaveses, no distrito do Porto, onde hoje participou no Conselho Consultivo de Entre Douro e Minho da CAP, Eduardo Sousa acentuou: "A CAP não tem qualquer possibilidade de analisar sequer um aumento da massa salarial com base na passagem de um salário mínimo para um patamar de 600 euros".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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