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É possível ultrapassar a crise em que a direita mergulhou o SNS - João Semedo

06 | 01 | 2018   19.42H

O antigo coordenador do Bloco de Esquerda João Semedo afirmou hoje que "é possível ultrapassar a crise em que a direita mergulhou" o Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas que a esquerda tem de se unir nesse objetivo.

Sem ignorar que, no passado, "nem sempre o PS escolheu a melhor opção para o SNS", João Semedo frisou hoje, em Coimbra, que apenas juntos "é possível ultrapassar a crise em que a direita mergulhou" o Serviço Nacional de Saúde.

"Separados não conseguimos", asseverou, sendo aplaudido pelas centenas de pessoas que assistiam à apresentação do livro "Salvar o SNS - uma nova Lei de Bases da Saúde para defender a Democracia", da autoria de João Semedo e do principal impulsionador do Serviço Nacional de Saúde, António Arnaut, que não pôde estar presente na sessão por questões de saúde.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • Políticos e as politicas ? Impostos brutais e absurdos. Propaganda. O medo e o catastrofismo . Aplicação do neo liberalismo. Bafejam a banca obrigando os contribuintes a pagar para a suas falências. Muitas das empresas são ajudadas de várias formas . Vendas de grupos estratégicos do país que visam lucros astronómicos que acabam por prejudicar os cidadãos mediante custos elevados que têm que pagar . A educação e a saúde que deviam ser prioritárias sofrem cortes causando graves consequências. As desculpas e justificações pouco convincentes são a forma de se apresentarem perante os cidadãos.
    Atropelos | 12.01.2018 | 11.17Hdenunciar comentário
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  • Muito dinheiro é mal gasto ou deixa de ser recebido e que deveria ir financiar o SNS: Milhões de euros em dívidas fiscais são perdoados a Empresas; Muitos milhões vão financiar bancos que deveriam ser autosustentáveis e porque são mal geridos acabam recebendo financiamento do Estado para não irem à falência; Muitos milhões financiam Fundações de finalidade e gestão duvidosa e sem qualquer controlo Estatal; Muitos milhões são entregues a PPP's com percentagem escandalosas de lucros garantidos. Não culpem é os miseráveis salários dos portugueses (dos mais baixos da UE) nem as suas parcas regalias sociais, nem os seus "baixos impostos diretos e indiretos" das dificuldades do país. Dizê-lo é uma grosseira ofensa para um povo que vive na pobreza, mesmo quando trabalha por um salário mínimo abaixo dos 600€, amplamente praticado por negócois altamente rentáveis até.
    zé da burra o alentejano | 06.01.2018 | 20.40Hdenunciar comentário
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  • PAGUEM OS IMPOSTOS QUE DEVEM ESSES PARTIDOS QUE JÁ HÁ DINHEIRO
    Ze povinho | 06.01.2018 | 20.04Hdenunciar comentário
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