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Atual modelo do tratamento de dependêncais retirou eficácia ao sistema - João Goulão

14 | 01 | 2018   08.11H

O diretor-geral do SICAD, João Goulão, considera que o atual modelo do tratamento de dependências retirou eficácia ao sistema e defende a existência de um organismo com autonomia e capacidade de comando direto sobre as unidades da área.

Fazendo um balanço à agência Lusa dos seis anos do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), que substituiu o Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), João Goulão afirma que "as opiniões divergem a propósito da eficácia deste novo modelo".

O novo organismo, criado a 26 de janeiro de 2012 pelo anterior governo PSD-CDS/PP, manteve as competências de planeamento e estratégia de prevenção, mas o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos passaram para a alçada das cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS), assim como os profissionais de saúde do IDT.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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