Incêndios

Agricultores de Monção destacam intervenção "excecional" do Estado

14 | 01 | 2018   09.00H

O presidente da Associação de Agricultores do Minho (AGRESTA) afirmou hoje que a intervenção do Estado após os incêndios de outubro de 2017 "foi excecional", mas alerta para "aproveitamentos" no negócio de venda da madeira das áreas ardidas.

"Os serviços do Estado foram excecionais no caso dos fogos em Monção. Prontos, eficazes e disponíveis. Nós, como agentes do associativismo local temos outras preocupações", afirmou à agência Lusa, Américo Reis, lamentando a falta de "mecanismos de defesa na venda do material queimado e que os proprietários não recebam o justo por aquilo que é deles e que perderam por causa de outrem".

O presidente da AGRESTA defendeu que "o Governo devia determinar um preço mínimo para a venda do pinhal ardido", para impedir que ocorram "aproveitamentos e as pessoas tenham de vender ao desbarato a sua floresta".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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