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Kakuma, o campo de refugiados com 2000 negócios que movimentam milhões de dólares

08 | 06 | 2018   10.49H

As comunidades de refugiados representam uma oportunidade para o investimento privado, sugere um estudo do Banco Mundial que avaliou o impacto económico do campo de Kakuma, no Quénia, em 56 milhões de dólares anuais.

Kakuma tem um setor privado "informal e "vibrante" constituído por mais de 2000 empresas geridas por refugiados e quenianos, incluindo 14 armazens grossistas, indica o relatório do IFC (uma instituição do Banco Mundial vocacionada para o setor privado nos países em desenvolvimento) e da agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

O estudo, datado de maio de 2018, concluiu que a despesa das famílias no campo e localidades vizinhas totaliza pelo menos 56 milhões de dólares (48 milhões de euros) por ano, metade dos quais gastos em bens de consumo como alimentação e produtos de higiene pessoal.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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