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Investigadores e criadores unem-se para preservar galinhas portuguesas

09 | 06 | 2018   09.11H

Investigadores da Estação Zootécnica Nacional, polo de Santarém do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, estão, com uma associação de criadores, a tentar recuperar as quatro raças autóctones de galinhas existentes em Portugal, retirando-as do risco de extinção.

Virgínia Ribeiro, da Associação de Criadores de Bovinos de Raça Barrosã (AMIBA), entidade detentora dos quatro livros genealógicos das raças de galinhas portuguesas, disse à Lusa que, atualmente, não chegam aos 5.000 os animais com as características exemplares destas raças, o que leva a que se encontrem em risco de extinção.

Esta situação levou a que, em 2012, a AMIBA estabelecesse um protocolo de colaboração com a Estação Zootécnica Nacional (EZN), entidade do INIAV responsável pela investigação e desenvolvimento experimental em produção animal, detentora do Banco Português de Germoplasma Animal, para a constituição de um núcleo, na Fonte Boa, no Vale de Santarém, para garantir a preservação das quatro raças.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • Não digo que seja um sindicato, mas será algo parecido como uma creche, uma incubadora, uma fábrica tipo aviário. Vamos esperar para ver e saber quantos €€€/Kg vai custar.
    anónimo | 09.06.2018 | 18.57Hdenunciar comentário
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  • N ÃO ME DIGAM QUE VÃO CRIAR UM SINDICATO PARA AS GALINHAS PORTUGUESAS
    O povinho | 09.06.2018 | 13.00Hdenunciar comentário
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  • Quando era criança, na minha aldeia e até na cidade mais próxima, qualquer pessoa podia ter galinhas, porcos ou até burros, vacas, desde que a casa tivesse o quintal e espaço para isso. Depois, vieram leis de «córócócó» com várias/muitas restrições, e as pessoas deixaram de poder ter galinhas no quintal que punham o ovo todos os dias, o porco que lhes dava toucinho, morcela e chouriço, a vaca que dava leite e produzia extrume para adubar a terra onde podiam ser plantadas couves, batatas, feijão e outras hortaliças. A esta distância no tempo, entendo o porquê das restrições: se cada pessoa tivesse por cultura própria batatas, leite, ovos, carne, legumes, fruta e cereais para produzir o próprio pão... como é que os grandes hipermercados sobreviviam? Não podia ser! Então, vá mais um lei de «córócócó» para preservar os «córócócós» que quando nascerem hão-de ter um selo ou uma etiqueta qualquer na pata para garantir a origem, não é? É preciso é ter ideias geniais! O povo bate palmas e alguém ou alguns ficam bem na fotografia.
    anónimo | 09.06.2018 | 11.55Hdenunciar comentário
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