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Sem respostas, professores alertam para a dureza da greve prestes a começar

14 | 06 | 2018   20.30H

Os sindicatos de professores saíram hoje das reuniões negociais com o Ministério da Educação (ME) desiludidos com a ausência de representantes políticos e, sem respostas ou avanços significativos, alertaram para a dureza da greve que se avizinha.

À segunda reunião para negociar o despacho de organização do ano letivo do próximo ano, e na qual não esteve presente nenhum membro do Governo, os sindicatos dizem ter saído do ME sem as respostas pretendidas, com o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, a dizer à Lusa que "no essencial, não houve nada" sobre esta matéria, ideia corroborada pelo dirigente do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.), André Pestana, e pela presidente do Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE), que classificou a reunião como "insonsa".

Os sindicatos aguardam que no início da próxima semana a tutela remeta nova proposta para decidir se solicitam negociação suplementar sobre o diploma, insistindo na clarificação das componentes letivas e não letivas dos horários dos professores como uma prioridade.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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