NATO

Costa não crê que aumento de gastos em Defesa complique negociações do OE

12 | 07 | 2018   13.31H

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje não acreditar que o anunciado incremento da despesa com a Defesa, no âmbito da NATO, complique as negociações do Orçamento de Estado de 2019 com o Bloco de Esquerda e o PCP.

"Não creio que seja uma matéria que introduza dificuldades acrescidas. Este ritmo de convergência é conhecido. O objetivo e o compromisso que foi assumido com a NATO em 2014 é também conhecido. É mais um constrangimento nas decisões orçamentais que temos que tomar", defendeu o primeiro-ministro português.

Em declarações aos jornalistas, no final da cimeira da Aliança Atlântica que decorreu entre quarta-feira e hoje em Bruxelas, António Costa escudou-se no programa "responsável" que apresentou na véspera ao secretário-geral da NATO e que especifica que Portugal vai consagrar 1,66% do Produto Interno Bruto (PIB) a despesas em Defesa até 2024.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE