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Funcionamento da rede multibanco normalizado - SIBS

12 | 08 | 2018   23.48H

A falha informática que deixou esta noite a rede multibanco fora de serviço durante cerca de uma hora está resolvida, adiantou a SIBS, empresa que gere a rede, e o serviço está normalizado.

De acordo com a assessoria da SIBS, apenas alguns terminais poderão ainda estar a precisar de algum tempo para reiniciar, mas de forma generalizada o funcionamento da rede foi já normalizado.

A SIBS referiu que a origem do problema foi uma falha informática que necessitou de uma intervenção técnica para ser solucionada.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

3 comentários

  • A REDE MULTIBANCO FALHOU PORQUE NÃO HÁ DINHEIRO É A GERINGONÇA AINDA NÃO TINHA RECEBIDO DINHEIRO QUE ESTAMOS EM 2 LUGAR DO DINHEIRO QUE RECEBEMOS DA U . É. É QUEREMOS SER DOS PRIMEIROS
    O povo | 13.08.2018 | 11.32Hdenunciar comentário
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  • ----CRISTAS, COELHO E PORTAS PERIGOSOS FASCISTAS EM PORTUGAL DEVEM SER DENUNCIADOS PELOS ATAQUES AOS TRABALHADORES PENSIONISTAS E APOSENTADOS-------DA DITADURA NACIONAL AO ESTADO NOVO---------------------------------------------- ---------------------------------Da Ditadura Nacional ao Estado Novo------------------ União Nacional------------------------------- Estado Novo----------------------------------- Ideologia---------------------------------------- Movimentos políticos-------------------------- Bases jurídicas------------------------------ Órgãos e instituições----------------------- Obras e realizações-------------------------- Líderes----------------------------------------- História----------------------------------------- --- -------------------------------------------------- ---- Consolidada a vitória do golpe, as forças vitoriosas, comandadas pelo general Gomes da Costa montado no seu cavalo, desfilam a 6 de Junho de 1926 pela Avenida da Liberdade, em Lisboa. Recebem então o aplauso da esmagadora maioria do lisboetas, cansados da instabilidade e traumatizados pelos constantes golpes e contra-golpes e pelos atentados terroristas que ao longo de toda a década se tinham sucedido a um ritmo alucinante. Era mais uma vez a recorrente regeneração nacional que se perfilhava no horizonte qual luz ao fim do túnel em que a desacreditada Primeira República Portuguesa desembocara. Em consonância com os tempos que se viviam na Europa, o novo poder assumiu-se como antiparlamentar, atribuindo as culpas do caos que se instalara no país à política partidária e ao jogo do parlamentarismo. Assim, assume-se como uma ditadura militar, que em pouco tempo se passou, em desafio claro ao parlamentarismo democrático, a autodenominar a Ditadura Nacional, encarnando um regime militar progressivamente mais autoritário. Numa das suas primeiras medidas, o general Gomes da Costa dissolveu o parlamento, instituição então muito vilipendiada e acusada de ser principal causador da instabilidade política, e suspendeu as liberdades políticas e individuais. No entanto, a nova ditadura era instável porque o movimento militar não tinha projecto político definido e não conseguiu resolver os problemas económicos. Para resolver a situação económico-financeira, o novo regime, em 1928, convidou o professor coimbrão António de Oliveira Salazar para assumir as funções de Ministro das Finanças. Salazar passou a anunciar um milagre financeiro, com o equilíbrio das finanças públicas e estabilidade do Escudo português, ganhando um progressivo domínio sobre a estrutura política, e depois militar, do novo regime. Em consequência, foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro), em 1932. Com esta nomeação, em linha com o crescente peso do nacionalismo e do fascismo na Europa, o regime foi-se estabilizando e ganhando um pendor cada vez mais autoritário e repressivo, organizando-se como um Estado corporativista. Foi assim que iniciado como mais um levantamento no seio da Primeira República Portuguesa, o golpe de 28 de Maio de 1926 veio originar o Estado Novo, um sistema político autoritário, antidemo liberal e anticomunista, nacionalista e corporativista, no contexto de uma lógica formalmente republicana que era concretizada, no dizer do manifesto da União Nacional de 1930, na ideia de uma República Nacional e Corporativa. A transição completou-se com a aprovação da Constituição de 1933, a qual institucionalizou o Estado Novo, o herdeiro natural de Revolução Nacional, nome pelo qual o golpe de Estado do 28 de Maio de 1926 foi rebaptizado, regime que se manteria com poucas mudanças até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974.
    RIC | 13.08.2018 | 10.22Hdenunciar comentário
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  • Estão a preparar-se para espetar a faca nas costas, de quem lhes enchem o cu com dinheiro estes anos todos. País de corruptos.Nada se aproveita. É melhor ir conferir o saldo, não vá a falha ter falhado para o lado dos mesmos de sempre.
    Dono dos Burros | 13.08.2018 | 00.35Hdenunciar comentário
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