Venezuela

Oitenta reais, o "preço" das venezuelanas que sobrevivem da prostituição no norte do Brasil

07 | 09 | 2018   10.45H

"Oitenta reais" são palavras fáceis de ouvir em ruas próximas à Rodoviária Internacional do bairro do Caimbé, na cidade de Boa Vista, que se tornaram um centro para prostituição para dezenas de imigrantes Venezuela.

Natasha, de 40 anos, uma mulher com corpo escultural e pele morena, contou à agência Lusa que morava na cidade venezuelana de Los Teques e mudou-se para o Brasil há três meses, para fugir da situação económica de seu país.

"Não gosto do que faço. Era chefe de segurança do trabalho em uma fábrica na Venezuela, mas o dinheiro não dava para nada, nem para comprar comida. Esta era a situação, então decidi vir para o Brasil. Não encontrei nada, nenhum trabalho e acabei aqui na rua", disse.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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