Actualidade

Investigadores em Portugal fazem descoberta sobre mecanismos de defesa do parasita da malária

20 | 09 | 2018   16.58H

Uma equipa de investigadores em Portugal descobriu que o parasita malária e a bactéria 'E.coli' evitam a sua destruição através da modulação de proteínas recetoras da célula hospedeira.

Num artigo agora publicado na revista científica 'Scientific Reports', os investigadores explicam que até agora sabia-se que várias bactérias e parasitas se servem da maquinaria da célula hospedeira para seu proveito, evitando a sua própria destruição, ou fagocitose, sem que em muitos dos casos se saiba exatamente como e que agora foi descoberto o mecanismo pelo qual estes microrganismos subvertem a fagocitose da célula hospedeira.

"O sistema imunitário tem como função defender as células de agentes patogénicos externos ao organismo. A primeira linha de defesa é operada por células como os macrófagos, os neutrófilos e as células dendríticas, cuja função é fagocitar ("fagos" = comer e "citos" = célula), ou, por outras palavras, internalizar e destruir os agentes patogénicos" adiantam a equipa de investigadores do Centro de Estudos de Doenças Crónicas (CEDOC-NMS|FCM) da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), liderada por Duarte Barral (CEDOC-NMS|FCM).

Destak/Lusa | destak@destak.pt
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE